Akarkara (Anacyclus pyrethrum)
Os "+150%" e "+100%" de testosterona livre não aparecem em nenhum estudo; tudo o que existe sobre hormônio e ereção com essa raiz foi feito em ratos.

Material experimental. Lea antes de usar cualquier cosa de aquí.
Nada en esta página es recomendación médica, prescripción ni plan de tratamiento. Es una traducción organizada de protocolos que circulan en comunidades de investigación y, cuando existe, de lo que ensayos publicados probaron. Las dos cosas están marcadas de forma diferente — y no son equivalentes.
La mayor parte de los compuestos de aquí no tiene aprobación de la FDA para uso humano. Varios se venden con etiqueta de "uso exclusivo en investigación", lo que significa que no pasaron por control de pureza, esterilidad ni dosificación para consumo por personas. Dosis descrita por la comunidad no es dosis validada: es lo que alguien relató haber hecho.
Hable con un profesional de salud habilitado antes de considerar cualquiera de estos compuestos. Si ya usa alguno y siente algo fuera de lo previsto, busque atención — no espere al próximo examen de rutina.
Resumen
Akarkara é o nome ayurvédico da raiz de Anacyclus pyrethrum, planta do norte da África classificada como vulnerável pela lista vermelha da IUCN; o mesmo nome também é usado na Índia para plantas do gênero Spilanthes. O PubMed tem 69 artigos sobre a planta e nenhum marcado como ensaio clínico ou meta-análise; o ClinicalTrials.gov não tem nenhum registro. Os estudos que os vídeos citam são de um mesmo grupo indiano, em ratos, por 28 dias. O "Planta Medica" citado é uma análise química, não um teste de efeito. O "efeito que persiste 15 dias" foi medido em ratos. A evidência em humanos é zero. No Brasil, a planta não consta da lista de constituintes de suplemento.
Por qué existe esta página
A akarkara aparece descrita em vídeos curtos sobre saúde masculina que vi publicados na internet, como a "raiz milenar dos guerreiros", usada "há 3 mil anos", que daria "+150% de testosterona livre em 28 dias" — ou "+100% em menos de um mês", conforme o vídeo. A diferença em relação a outros produtos seria agir "no cérebro", no comando do eixo hormonal, e não "na periferia" como cafeína, maca e Tribulus: a raiz religaria o eixo "sem suprimir", "o oposto da reposição de testosterona". Os vídeos citam a revista Planta Medica, de 2010, e a Phytotherapy Research, de 2012, com trabalhos de uma "Universidade de Harising Gori" e de uma "Universidade de Ceilão"; prometem "+202% no índice de ereção em dois estudos independentes", efeito que "persiste 15 dias depois de parar", massa magra, volume testicular, libido, rigidez e fertilidade.
Levantei as alegações de 3 vídeos curtos, separei as 20 que são verificáveis e procurei cada estudo citado e cada número. Nenhum número desta página veio da fonte secundária do site.
A evidência aqui é rala, e esta página é mais curta por isso. Não há um único estudo em humanos para o que se promete.
"Akarkara" é nome de mais de uma planta
O nome que a transcrição automática grafou como "acarcara" e "A carcara" corresponde a akarkara; um dos vídeos diz o nome científico, "anaciclus piretrum". Na literatura, akarkara designa a raiz de Anacyclus pyrethrum (L.) Lag., da família Asteraceae: um artigo de 2023 fala em "Anacyclus pyrethrum L. (raiz de Akarkara), um valioso remédio ayurvédico". Mas o mesmo nome é usado para outra planta: um estudo indiano de 2007 chama de "Akarkara" três espécies de Spilanthes, entre elas Spilanthes acmella. As duas plantas têm compostos da mesma família química, as N-alquilamidas, segundo os estudos de perfil químico do mesmo grupo de pesquisa.
Segundo a revisão sistemática de Elazzouzi e colegas (2022), a Anacyclus pyrethrum é uma erva difundida no Marrocos e na Argélia, usada na medicina tradicional sobretudo pela raiz, que contém alcaloides (pelitorina) e N-alquilamidas; a revisão também registra o uso como sialagogo, para estimular a saliva, e contra dor de dente. Um estudo genético de 2022 rastreou amostras vendidas como Anacyclus pyrethrum em mercados do Marrocos, da Índia e do Sri Lanka e mostrou que elas vinham de populações da Argélia e do Marrocos; o mesmo artigo registra que a espécie é classificada como globalmente vulnerável na lista vermelha da IUCN. A "raiz africana" de um dos vídeos, portanto, bate com a espécie. O "uso há 3 mil anos" eu não conferi.
O que existe é um programa de pesquisa em rato, de um só grupo
Os trabalhos citados são de um grupo da Universidade Dr. Hari Singh Gour, em Sagar, na Índia — a "Universidade de Harising Gori" da transcrição —, com químicos da Universidade de Gante, na Bélgica. Não achei participação de universidade do Sri Lanka, o antigo Ceilão.
- Sharma e colegas, 2010: 32 ratos machos receberam extrato da raiz (50 ou 100 mg/kg) ou testosterona injetada por 28 dias. Os tratados montaram mais vezes nas fêmeas, o "índice de ereção peniana" subiu e a latência caiu; o efeito ainda era visto 7 e 15 dias depois de parar o extrato, ao contrário do grupo da testosterona. É daqui que vem o "persiste 15 dias". O resumo não traz o "+202%".
- Sharma e colegas, 2013 (publicado online em 2012 na Phytotherapy Research): ratos receberam extrato rico em alquilamidas, em 50, 100 ou 150 mg/kg, por 28 dias. Todas as doses aumentaram peso, contagem e mobilidade de espermatozoides, testosterona, LH e FSH no sangue. É daqui que vem o "LH, FSH e testosterona subiram". São ratos; o resumo não mede testosterona livre nem dá percentual.
- Boonen e colegas, 2012, na Planta Medica: é o perfil químico do extrato, com 13 N-alquilamidas identificadas, seis delas inéditas. Não testa efeito nenhum em animal ou pessoa.
- Sharma e colegas, 2011: o mesmo grupo testou em ratos um extrato de flor de Spilanthes acmella — a outra "akarkara" — e viu mais montas, ejaculações e LH, FSH e testosterona. Os "dois estudos independentes" do vídeo, se forem esses, são do mesmo grupo e de plantas diferentes.
Há outros estudos em ratos: um iraniano de 2019, com Tribulus e Anacyclus em ratos, e um egípcio de 2024, em que o extrato (100 mg/kg por 56 dias) protegeu ratos intoxicados com cádmio contra a queda de espermatozoides e de hormônios.
O argumento de que a raiz "age no cérebro" também vem de animal: a pelitorina pura atravessou rapidamente a barreira entre sangue e cérebro em camundongos (Veryser 2016). Isso mostra que a molécula chega ao cérebro do camundongo, não que ela comande o eixo hormonal de um homem.
Cuánta evidencia existe, de verdad
Os números abaixo foram levantados por mim em 16 de outubro de 2026, no PubMed e no ClinicalTrials.gov. A consulta de cada linha está ao lado do número, para qualquer pessoa repetir e me contradizer.
| Base | Consulta | Resultado |
|---|---|---|
| PubMed | Anacyclus pyrethrum OR akarkara | 69 artigos |
| PubMed | (Anacyclus pyrethrum OR akarkara) AND (testosterone OR androgenic OR aphrodisiac OR sexual) | 8 artigos |
| PubMed | (Anacyclus pyrethrum OR akarkara) AND (Randomized Controlled Trial[Publication Type] OR Meta-Analysis[Publication Type] OR Clinical Trial[Publication Type]) | 0 artículos |
| PubMed | (Anacyclus pyrethrum OR akarkara) AND (testosterone OR androgenic OR aphrodisiac OR sexual) AND humans[MeSH Terms] | 2 artículos |
| PubMed | (Anacyclus pyrethrum OR akarkara) AND (alkylamide OR alkamide OR pellitorine) | 12 artigos |
| PubMed | akarkara AND (Spilanthes OR Acmella) | 2 artículos |
| ClinicalTrials.gov | intervenção: Anacyclus OR akarkara | 0 estudos registrados |
| ClinicalTrials.gov | intervenção: (Anacyclus OR akarkara) AND AREA[Phase]PHASE3 | 0 ensaios de fase 3 |
Lectura honesta de esos números
- Zero ensaio clínico, zero meta-análise, zero registro. Nenhum filtro de ensaio do PubMed devolve um único artigo, e o ClinicalTrials.gov não tem nenhum estudo com a planta.
- Os 2 artigos "em humanos" não são em humanos. Um é uma revisão sobre plantas e infertilidade masculina; o outro é o estudo iraniano em ratos, que recebeu a etiqueta de "humanos" na indexação.
- A busca por "pellitory" foi descartada. O nome inglês "pellitory" também designa a Parietaria, planta de pólen alergênico, e devolve centenas de artigos de alergia.
- Contagem de artigo mede atenção acadêmica, não evidência de desfecho.
Por qué no hay tabla de dosis en esta página
Não existe dose testada em humanos. As doses dos estudos — 50 a 150 mg por quilo de peso do rato, de extratos feitos em laboratório com éter de petróleo ou etanol — não se transferem para pessoas, e qualquer conversão daria uma aparência de protocolo que a evidência não sustenta. Isto não é recomendação de dose nem de ausência de dose: é o registro de que ninguém testou.
Das 20 alegações, uma se confirma: a de que a raiz é africana
Cada linha é uma alegação como ela circula, sem o nome de quem a fez. O veredito usa seis rótulos: confirmado, parcialmente, não sustentado, sem estudo em humanos, estudo em animal ou in vitro e número não encontrado na fonte citada.
| O que se diz | O que os estudos mostram | Veredicto |
|---|---|---|
| "+150% de testosterona livre em 28 dias" | Nenhum estudo com esse número; os estudos de 28 dias são em ratos e o resumo não mede testosterona livre nem dá percentual | Número não encontrado na fonte citada |
| "+100% de testosterona livre em menos de um mês", em "testes rigorosos" | Nenhum estudo com esse número | Número não encontrado na fonte citada |
| É usada "há 3 mil anos"; "raiz milenar dos guerreiros" | Uso tradicional no Ayurveda e no norte da África está documentado nas revisões; NÃO VERIFIQUEI os "3 mil anos" | Parcialmente |
| "Raiz africana" | Difundida no Marrocos e na Argélia; amostras do comércio vêm de lá (Elazzouzi 2022; Manzanilla 2022) | Confirmado |
| Planta Medica, 2010: "estudaram, confirmaram e enterraram" | O artigo da Planta Medica é de 2012 e só analisa a química do extrato; não testa efeito | Não sustentado |
| Universidades "Harising Gori" e "de Ceilão": 28 dias de extrato, LH, FSH e testosterona subiram "em animais" | Universidade Dr. Hari Singh Gour (Índia) com a de Gante (Bélgica); o efeito foi em ratos (Sharma 2013) | Estudo em animal ou in vitro |
| Phytotherapy Research, 2012: extrato rico em alquilamidas, 28 dias, LH, FSH e testosterona subiram "de forma dose-dependente" | Em ratos, todas as doses aumentaram os três hormônios (Sharma 2013); o resumo não usa "dose-dependente" | Estudo em animal ou in vitro |
| O composto ativo é a N-alquilamida | O extrato testado é rico em alquilamidas, mas nenhum estudo isolou qual composto age | Estudo em animal ou in vitro |
| As alquilamidas ativam receptores androgênicos e estimulam as células de Leydig | Efeito androgênico em ratos (Sharma 2013); o resumo não mede receptor | Estudo em animal ou in vitro |
| "Manda no cérebro", no "HPTA", não no testículo | A pelitorina atravessou a barreira hematoencefálica em camundongos (Veryser 2016); LH e FSH subiram em ratos | Estudo em animal ou in vitro |
| Vai "direto na hipófise" e libera LH e FSH "sem freio" | Visto em ratos; nenhum dado humano | Estudo em animal ou in vitro |
| "Sem suprimir o eixo, sem dependência, o oposto da TRT" | Não há estudo em humanos que compare com reposição ou meça supressão | Sem estudo em humanos |
| "Índice de ereção +202%, em dois estudos independentes" | Índice de ereção subiu em ratos (Sharma 2010), sem o percentual no resumo; o estudo parecido é do mesmo grupo e com outra planta (Spilanthes, Sharma 2011) | Número não encontrado na fonte citada |
| O efeito persiste 15 dias depois de parar | Em ratos, comportamento sexual ainda melhor 7 e 15 dias após parar (Sharma 2010) | Estudo em animal ou in vitro |
| Volume testicular, libido, rigidez, latência e fertilidade | Peso de órgãos sexuais, latência e espermatozoides melhores em ratos (Sharma 2010 e 2013; Mahmoud 2024) | Estudo em animal ou in vitro |
| "Anabolismo limpo", com ganho de massa magra | Peso corporal subiu em ratos (Sharma 2013); nenhum estudo humano de massa magra | Sem estudo em humanos |
| Funciona como "tônico cerebral" contra a fadiga mental | Inibição de enzimas e de inflamação em laboratório (Ibrahim 2023); nenhum estudo humano de fadiga | Estudo em animal ou in vitro |
| Tônicos de energia movimentam "US$ 4,8 bilhões por ano" | Nenhuma fonte citada; não localizei | Número não encontrado na fonte citada |
| "61% dos suplementos de testosterona sem evidência clínica robusta (dado de 2025)" | Nenhuma fonte citada; não localizei o número. A revisão de 2024 de Morgado e colegas concluiu que a maioria dos "boosters" não aumenta a testosterona total | Número não encontrado na fonte citada |
| Uma "combinação potencializadora" ou "segundo composto" não revelado | Não revelado; nenhum estudo | Sem estudo em humanos |
Placar: 1 confirmada, 1 parcialmente, 1 não sustentada, 9 com dado só em animal ou in vitro, 5 com número não encontrado na fonte citada e 3 sem estudo em humanos.
Segurança: quase nada estudado, e os sinais vêm de animal
- Toxicidade em camundongo. Jawhari e colegas (2021) deram extratos de diferentes partes de duas variedades da planta a camundongos. Não houve morte; a dose letal média ficou acima de 2.000 mg/kg. Mas o extrato de raiz de uma variedade elevou a enzima hepática AST já em 300 mg/kg, o da outra variedade elevou AST e ALT, e em 2.000 mg/kg houve alterações no fígado, nos rins e no baço.
- Nenhum estudo de segurança em humanos. Não achei relato de uso controlado em pessoas, de efeito adverso ou de interação com remédio.
- Identidade do produto. O nome "akarkara" vale para mais de uma espécie, e a planta é comercializada entre países por longas cadeias. Os autores do estudo genético de 2022 defendem identificação molecular justamente para garantir que o produto vendido não seja adulterado.
- Metais pesados em produtos ayurvédicos. Não achei análise de metais específica para akarkara. Mas, num levantamento de produtos ayurvédicos do sul da Ásia vendidos em Boston, 14 de 70 (20%) tinham chumbo, mercúrio ou arsênio em níveis que, na dose do fabricante, passariam dos padrões regulatórios (Saper 2004). Em 193 produtos comprados pela internet, 20,7% tinham metal detectável, sem diferença entre fabricados nos EUA e na Índia, e 75% dos contaminados declaravam boas práticas de fabricação (Saper 2008). Em Nova York, de 2010 a 2019, o chumbo no sangue de usuários de preparações ayurvédicas com metais (rasa shastra) foi maior que o de usuários de outros remédios (Hore 2022).
- Quem não deve usar: não há recomendação formal, porque não há estudo em humanos. Gestantes, lactantes, crianças e pessoas com doença do fígado ou dos rins não têm nenhum dado de segurança — isso é inferência minha a partir da falta de estudo e do sinal hepático em camundongo.
Estatus regulatorio
- Brasil, suplemento alimentar: Anacyclus pyrethrum não consta do Anexo I da IN 28/2018 (versão consolidada até a IN 470, de 16 de setembro de 2026). Pela RDC 243/2018 (art. 4º), os constituintes de suplemento se restringem a essa lista, e pelo art. 16 não há alegação autorizada fora do Anexo V.
- Estados Unidos e União Europeia: NÃO VERIFIQUEI a situação da planta.
- Conservação: espécie classificada como globalmente vulnerável na lista vermelha da IUCN, segundo Manzanilla e colegas (2022). NÃO VERIFIQUEI a ficha da IUCN.
- WADA: a planta não aparece na Lista Proibida de 2026.
| Principio activo | Patrón buscado | Registros activos | Clase terapéutica declarada | Productos |
|---|---|---|---|---|
| Anacyclus pyrethrum, akarkara | anacyclus|pyrethr|piretr|akarkara | 0 | — | Nenhum registro, ativo ou inativo |
Lo que este recuento no hizo
- Li resumos, não os artigos inteiros. O "+202%" pode estar no texto completo do estudo de 2010 em ratos; NÃO VERIFIQUEI.
- Não conferi os "3 mil anos" de uso, nem a ficha da IUCN, nem a situação da planta nos EUA, na União Europeia e nas listas brasileiras de fitoterápicos.
- Não achei análise de metais pesados em produtos de akarkara; os dados de metais são de produtos ayurvédicos em geral.
- Não procurei estudos em bases fora do PubMed, como bases indianas de medicina tradicional.
- Não avaliei a maca, a cafeína e o Tribulus, citados nos vídeos como "tônicos periféricos"; a maca tem página própria: Maca peruana.
Referencias
- Sharma V, Boonen J, Spiegeleer BD, et al. Androgenic and spermatogenic activity of alkylamide-rich ethanol solution extract of Anacyclus pyrethrum DC. Phytother Res. 2013;27(1):99-106. PMID 22473789 — o estudo "Phytotherapy Research 2012": LH, FSH e testosterona em ratos, 28 dias.
- Sharma V, Thakur M, Chauhan NS, et al. Effects of petroleum ether extract of Anacyclus pyrethrum DC. on sexual behavior in male rats. Zhong Xi Yi Jie He Xue Bao. 2010;8(8):767-73. PMID 20727332 — índice de ereção e efeito 15 dias após parar, em ratos.
- Boonen J, Sharma V, Dixit VK, et al. LC-MS N-alkylamide profiling of an ethanolic Anacyclus pyrethrum root extract. Planta Med. 2012;78(16):1787-95. PMID 23047251 — o artigo da Planta Medica: só química, 13 alquilamidas.
- Sharma V, Boonen J, Chauhan NS, et al. Spilanthes acmella ethanolic flower extract: LC-MS alkylamide profiling and its effects on sexual behavior in male rats. Phytomedicine. 2011;18(13):1161-9. PMID 21757328 — o estudo parecido, com a outra "akarkara", do mesmo grupo.
- Elazzouzi H, Fadili K, Cherrat A, et al. Phytochemistry, Biological and Pharmacological Activities of the Anacyclus pyrethrum (L.) Lag: A Systematic Review. Plants (Basel). 2022;11(19):2578. PMID 36235444 — distribuição no Marrocos e na Argélia, alquilamidas e usos tradicionais; pede ensaios clínicos.
- Manzanilla V, Teixidor-Toneu I, Martin GJ, et al. Using target capture to address conservation challenges: Population-level tracking of a globally-traded herbal medicine. Mol Ecol Resour. 2022;22(1):212-224. PMID 34270854 — espécie vulnerável na IUCN; amostras de mercados do Marrocos, da Índia e do Sri Lanka.
- Ibrahim RM, Abdel-Baki PM, Elmasry GF, et al. Combinative effects of akarkara root-derived metabolites on anti-inflammatory and anti-alzheimer key enzymes: integrating bioassay-guided fractionation, GC-MS analysis, and in silico studies. BMC Complement Med Ther. 2023;23(1):413. PMID 37978514 — "Akarkara" como nome da raiz de Anacyclus pyrethrum; efeitos só em laboratório.
- Pandey V, Agrawal V, Raghavendra K, et al. Strong larvicidal activity of three species of Spilanthes (Akarkara) against malaria (Anopheles stephensi Liston, Anopheles culicifacies, species C) and filaria vector (Culex quinquefasciatus Say). Parasitol Res. 2007;102(1):171-4. PMID 17922235 — "Akarkara" também como nome de Spilanthes.
- Veryser L, Bracke N, Wynendaele E, et al. Quantitative In Vitro and In Vivo Evaluation of Intestinal and Blood-Brain Barrier Transport Kinetics of the Plant N-Alkylamide Pellitorine. Biomed Res Int. 2016;2016:5497402. PMID 27493960 — a pelitorina chega ao cérebro do camundongo.
- Mahmoud AA, Shaaban MAM, Basal WT. Anacyclus pyrethrum enhances fertility in cadmium-intoxicated male rats by improving sperm functions. BMC Complement Med Ther. 2024;24(1):409. PMID 39604977 — fertilidade em ratos intoxicados com cádmio.
- Jawhari FZ, El Moussaoui A, Imtara H, et al. Evaluation of the acute toxicity of the extracts of Anacyclus pyrethrum var. pyrethrum (L.) and Anacyclus pyrethrum var. depressus Maire in Swiss mice. Vet World. 2021;14(2):457-467. PMID 33776312 — enzimas hepáticas e lesões em dose alta, em camundongos.
- Morgado A, Tsampoukas G, Sokolakis I, et al. Do "testosterone boosters" really increase serum total testosterone? A systematic review. Int J Impot Res. 2024;36(4):348-364. PMID 37697053 — a maioria dos "boosters" não aumenta a testosterona total.
- Saper RB, Kales SN, Paquin J, et al. Heavy metal content of ayurvedic herbal medicine products. JAMA. 2004;292(23):2868-73. PMID 15598918 — 14 de 70 produtos ayurvédicos com chumbo, mercúrio ou arsênio.
- Saper RB, Phillips RS, Sehgal A, et al. Lead, mercury, and arsenic in US- and Indian-manufactured Ayurvedic medicines sold via the Internet. JAMA. 2008;300(8):915-23. PMID 18728265 — 20,7% de 193 produtos comprados pela internet com metal detectável.
- Hore P, Alex-Oni K, Sedlar S, et al. Health Remedies as a Source of Lead, Mercury, and Arsenic Exposure, New York City, 2010-2019. Am J Public Health. 2022;112(S7):S730-S740. PMID 36179284 — chumbo no sangue de usuários de preparações ayurvédicas com metais.
- Lista Proibida da WADA de 2026 (cópia mantida pela Universidade do Esporte de Colônia) — a planta não aparece.
- E-utilities de PubMed (esearch) — la base de todos los recuentos de artículos de esta página.
- API pública de ClinicalTrials.gov, versión 2 — la base de todos los recuentos de estudio y de fase 3 de esta página.