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Protocolos
Compostos › Verificado em fonte primária

Fadogia agrestis (Vangueria agrestis)

Nenhum estudo em humanos; o artigo do mesmo grupo nigeriano na revista citada nos vídeos mostra efeito adverso no testículo de ratos, não aumento de testosterona.

Não aprovadoVerificado em fonte primária
Ilustração gerada por IA. Não é dado, nem imagem de estudo.

Material experimental. Leia antes de usar qualquer coisa daqui.

Nada nesta página é recomendação médica, prescrição ou plano de tratamento. É uma tradução organizada de protocolos que circulam em comunidades de pesquisa e, quando existe, do que ensaios publicados testaram. As duas coisas estão marcadas de forma diferente — e não são equivalentes.

A maior parte dos compostos aqui não tem aprovação da ANVISA nem da FDA para uso humano. Vários são vendidos com rótulo de "uso exclusivo em pesquisa", o que significa que não passaram por controle de pureza, esterilidade ou dosagem para consumo por pessoas. Dose descrita por comunidade não é dose validada: é o que alguém relatou ter feito.

Converse com um profissional de saúde habilitado antes de considerar qualquer um destes compostos. Se você já usa algum e sentir algo fora do previsto, procure atendimento — não espere o próximo exame de rotina.

Atenção específica deste composto: Não existe nenhum estudo em humanos com Fadogia agrestis, nem de efeito nem de segurança. Em ratos, 28 dias do extrato alteraram marcadores da função do testículo, e o próprio grupo que estuda a planta classificou essas alterações como efeitos adversos; o extrato também lesou membranas de células do fígado e dos rins. Plantas do mesmo gênero causam doença cardíaca em ruminantes, e parte dos suplementos vendidos com o nome da planta não tinha os compostos dela.

Resumo

A Fadogia agrestis é um arbusto da África Ocidental. O PubMed tem 11 artigos sobre a espécie, nenhum ensaio clínico, e o ClinicalTrials.gov não tem nenhum registro. Toda a base para "testosterona" é de ratos: um estudo de 2005 da Universidade de Ilorin, na Nigéria, viu a testosterona subir em 5 dias. O mesmo grupo publicou depois, na revista que os vídeos citam, que 28 dias do extrato causaram alterações adversas na função do testículo de ratos, e em 2009 descreveu dano às células do fígado e dos rins. O LH, que os vídeos dizem que a planta "dispara", não foi medido. Em 17 suplementos vendidos com a planta, 5 não tinham os compostos marcadores. No Brasil, a planta não consta da lista de constituintes de suplemento.

Por que esta página existe

A Fadogia agrestis aparece descrita em vídeos curtos sobre saúde masculina que vi publicados na internet, como o "arbusto nigeriano" que "dá ordem" aos testículos para produzir testosterona: a planta "dispara o LH", o mesmo hormônio que clínicas "injetam por uma fortuna", e a testosterona sérica "quase dobrou em cinco dias" num estudo da Universidade de Ilorin publicado no Journal of Ethnopharmacology em 2005. Os vídeos prometem energia, libido, massa muscular e humor, "sem sintético, sem interferência". Um deles acrescenta que a testosterona nova ficaria "até 96% acorrentada na SHBG" e que tomar a planta sozinha seria "ligar a fábrica e trancar o depósito" — o que exigiria um "segundo extrato" não revelado.

Levantei as alegações de 2 vídeos curtos, separei as 12 que são verificáveis e procurei cada estudo citado e cada número. Nenhum número desta página veio da fonte secundária do site.

A evidência aqui é rala, e esta página é curta por isso. Ela confirma, com mais detalhe, o que a página Fitoterápicos e nootrópicos já dizia: zero ensaio, zero estudo humano, sinal de toxicidade em roedor.

A Fadogia agrestis (Schweinf. ex Hiern) é um arbusto da família Rubiaceae; parte da literatura recente usa o nome Vangueria agrestis para a mesma planta. Segundo Avula e colegas (2019), ela é usada na medicina tradicional africana como analgésico, anti-inflamatório e afrodisíaco. Aparece em levantamentos na Nigéria, em Burkina Faso, onde foi testada contra a malária em laboratório (Sanon 2003), e em Gana, de onde, segundo van Andel e colegas (2012), toneladas da casca são exportadas por ano, sem venda no mercado local. Os estudos de hormônio usaram extrato aquoso do caule, não da raiz que um dos vídeos menciona.

O estudo citado existe — e o artigo do mesmo grupo na revista citada diz o contrário

Os vídeos atribuem o efeito a "Ilorin, Journal of Ethnopharmacology, 2005". Fui atrás dos dois artigos do grupo de Yakubu, Akanji e Oladiji, da Universidade de Ilorin, e eles contam histórias diferentes.

  • O de 2005 saiu no Asian Journal of Andrology, não no Journal of Ethnopharmacology. Ratos receberam 18, 50 ou 100 mg/kg de extrato aquoso do caule, uma vez por dia, e foram avaliados nos dias 1, 3 e 5. Montaram e penetraram mais, e a testosterona sérica subiu em todos os grupos, de forma que "sugere" dependência da dose. É daqui que vem o "em cinco dias". O resumo não traz o "quase dobrou" nem mede LH.
  • O do Journal of Ethnopharmacology é de 2008, e é sobre efeito adverso. O mesmo grupo deu as mesmas doses por 28 dias. Houve aumento da relação entre peso dos testículos e peso do corpo, do colesterol, do ácido siálico e do glicogênio testiculares, e queda de enzimas testiculares e de proteína. A conclusão dos autores: as alterações "são indicações de efeitos adversos na função testicular do rato" e "podem afetar negativamente a capacidade funcional dos testículos". Dez dias depois de parar, houve recuperação de alguns índices, sobretudo na dose de 18 mg/kg, que os autores associam ao uso popular.
  • Em 2009, o grupo descreveu dano a fígado e rins. Com as mesmas doses por 28 dias, enzimas saíram das células do fígado e dos rins para o sangue, e o malondialdeído, marcador de oxidação de gordura, subiu em todos os grupos tratados. Os autores interpretam como ruptura das membranas das células desses órgãos.
  • Em 2023, um estudo do mesmo laboratório deu o extrato a ratos com disfunção erétil causada por paroxetina e viu melhora de marcadores químicos no pênis e no testículo, comparável à da sildenafila. Os autores recomendam o uso do extrato na disfunção erétil "após ensaios clínicos" — que não existem.

Não achei nenhum estudo que meça o LH com Fadogia agrestis, em rato ou em pessoa. "Dispara o LH" é uma suposição dos vídeos, não um dado.

Quanta evidência existe, de verdade

Os números abaixo foram levantados por mim em 16 de outubro de 2026, no PubMed e no ClinicalTrials.gov. A consulta de cada linha está ao lado do número, para qualquer pessoa repetir e me contradizer.

BaseConsultaResultado
PubMedFadogia agrestis OR Vangueria agrestis11 artigos
PubMed(Fadogia agrestis OR Vangueria agrestis) AND (testosterone OR aphrodisiac OR sexual OR erectile)4 artigos
PubMed(Fadogia agrestis OR Vangueria agrestis) AND (Randomized Controlled Trial[Publication Type] OR Meta-Analysis[Publication Type] OR Clinical Trial[Publication Type])0 artigos
PubMed(Fadogia agrestis OR Vangueria agrestis) AND humans[MeSH Terms]3 artigos
PubMed(Fadogia agrestis OR Vangueria agrestis) AND (toxicity OR testicular OR liver OR kidney)3 artigos
ClinicalTrials.govintervenção: Fadogia0 estudos registrados
ClinicalTrials.govintervenção: (Fadogia) AND AREA[Phase]PHASE30 ensaios de fase 3

Leitura honesta desses números

  • Zero ensaio, zero registro, zero estudo em pessoas. Os 3 artigos que o PubMed marca como "humanos" são o estudo de 2023 em ratos, o levantamento do mercado de ervas de Gana e a triagem antimalária em laboratório de Burkina Faso. É a mesma conferência que a página de fitoterápicos do site já tinha feito.
  • Dos 4 artigos de testosterona e sexualidade, 2 são em ratos, 1 é análise química de suplementos e 1 é o levantamento de mercado.
  • Os 3 artigos da busca de toxicidade são todos do grupo de Ilorin que estuda o efeito afrodisíaco — dois descrevem dano e um, marcadores de ereção. Que o sinal adverso venha do próprio grupo torna-o mais difícil de ignorar, não mais fácil.
  • Contagem de artigo mede atenção acadêmica, não evidência de desfecho.

Por que não há tabela de dose nesta página

Não existe dose testada em humanos. As doses dos estudos — 18, 50 e 100 mg por quilo de peso do rato, de extrato aquoso do caule, por 1 a 28 dias — foram também as doses em que o mesmo grupo viu alterações adversas no testículo, no fígado e nos rins. Converter isso para pessoas daria uma aparência de protocolo que a evidência não sustenta. Isto não é recomendação de dose nem de ausência de dose: é o registro de que ninguém testou em gente, e de que o que se testou em rato acendeu sinais de dano.

Das 12 alegações, nenhuma se confirma

Cada linha é uma alegação como ela circula, sem o nome de quem a fez. O veredito usa seis rótulos: confirmado, parcialmente, não sustentado, sem estudo em humanos, estudo em animal ou in vitro e número não encontrado na fonte citada.

O que se dizO que os estudos mostramVeredito
Testosterona sérica "quase dobrou em cinco dias" (Universidade de Ilorin)Testosterona subiu em ratos avaliados nos dias 1, 3 e 5 (Yakubu 2005); o "quase dobrou" não está no resumoEstudo em animal ou in vitro
"Ilorin, Journal of Ethnopharmacology, 2005": o extrato "disparou testosterona"O estudo de efeito de 2005 saiu no Asian Journal of Andrology; o artigo do grupo no Journal of Ethnopharmacology é de 2008 e relata efeitos adversos na função testicular de ratosNão sustentado
A planta "dispara o LH", que "ordena" aos testículos produzirO LH não foi medido em nenhum estudo localizado, nem em ratoNão sustentado
"Os dados existem"; "o composto funciona"Nenhum estudo em humanos; em ratos, efeito hormonal em 5 dias e sinais adversos em 28 diasNão sustentado
"Cresce na Nigéria há séculos; o homem de lá sempre soube"Uso tradicional africano como afrodisíaco registrado (Avula 2019); a planta aparece na Nigéria, em Gana e em Burkina Faso; NÃO VERIFIQUEI os "séculos"Parcialmente
"Raiz africana", "arbusto nigeriano"É arbusto da África Ocidental, mas os estudos de hormônio usaram extrato do caule, não da raizParcialmente
Mais libidoRatos montaram e penetraram mais (Yakubu 2005); marcadores de ereção melhores em ratos com paroxetina (Ogunro 2023)Estudo em animal ou in vitro
Energia, massa muscular e humor de voltaNenhum estudo localizado com esses desfechos, nem em animalSem estudo em humanos
"Sem sintético, sem interferência": o eixo "volta a funcionar"Nenhum estudo em humanos; em ratos, o extrato alterou a função testicular (Yakubu 2008)Sem estudo em humanos
Faz o que a clínica de reposição hormonal faz "por uma fortuna"Nenhuma comparação com reposição em estudo algumSem estudo em humanos
A testosterona nova fica "até 96% acorrentada na SHBG"Nenhuma fonte citada para o número; a hipótese do hormônio livre é discutida na página do boroNúmero não encontrado na fonte citada
Sozinha, é "ligar a fábrica e trancar o depósito"; precisa de um "segundo extrato"Não revelado; nenhum estudo de combinaçãoSem estudo em humanos

Placar: 0 confirmada, 2 parcialmente, 3 não sustentadas, 2 com dado só em animal, 1 com número não encontrado na fonte citada e 4 sem estudo em humanos.

Segurança: os únicos dados são sinais de dano em rato

  • Testículo. Com 18, 50 e 100 mg/kg por 28 dias, ratos tiveram alterações em marcadores de função testicular que os autores classificaram como efeitos adversos, com recuperação parcial em 10 dias, sobretudo na menor dose (Yakubu 2008). Que isso se aplique a homens não foi testado — e é exatamente o órgão que o suplemento promete ajudar.
  • Fígado e rins. Nas mesmas doses e no mesmo prazo, as enzimas das células do fígado e dos rins vazaram para o sangue e um marcador de oxidação subiu, sugerindo lesão das membranas celulares (Yakubu 2009). Não houve morte nem sinal clínico de intoxicação nos ratos.
  • Gênero com espécies tóxicas. Pelo menos uma espécie do mesmo gênero, a Fadogia homblei, causa a gousiekte, uma doença do coração de ruminantes provocada pela pavetamina; seis espécies da família Rubiaceae causam essa doença (Van Elst 2013). Não achei relato de pavetamina na Fadogia agrestis; o ponto é que a identificação errada da planta tem consequência.
  • Produto sem a planta. Num método de controle de qualidade desenvolvido pela Universidade do Mississippi, 12 de 17 suplementos vendidos como Fadogia agrestis tinham os compostos fenólicos da planta, e 5 não tinham nenhum (Avula 2019).
  • Nenhum dado humano. Não achei relato de caso, estudo de interação ou estudo de segurança em pessoas.
  • Quem não deve usar: não há recomendação formal, porque não há estudo em humanos. Pelos sinais em rato, quem tenta ter filhos ou tem doença do fígado ou dos rins tem motivo específico para não usar — isso é inferência minha a partir dos estudos acima.

Status regulatório

  • Brasil, suplemento alimentar: a Fadogia agrestis não consta do Anexo I da IN 28/2018 (versão consolidada até a IN 470, de 16 de setembro de 2026). Pela RDC 243/2018 (art. 4º), os constituintes de suplemento se restringem a essa lista, e pelo art. 16 não há alegação autorizada fora do Anexo V.
  • Brasil, medicamento: nenhum registro, ativo ou inativo, no dado aberto da ANVISA (tabela abaixo). NÃO VERIFIQUEI listas de fitoterápicos ou de espécies proibidas.
  • Estados Unidos e União Europeia: NÃO VERIFIQUEI a situação da planta.
  • WADA: a planta não aparece na Lista Proibida de 2026.

No Brasil, busquei no dado aberto de medicamentos registrados da ANVISA, no princípio ativo e no nome do produto, sem acento e sem diferença de caixa.

Princípio ativoPadrão buscadoRegistros ativosClasse terapêutica declaradaProdutos
Fadogia agrestisfadogia0—Nenhum registro, ativo ou inativo

O que este levantamento não fez

  • Li resumos, não os artigos inteiros. O "quase dobrou" pode estar no texto completo de 2005; NÃO VERIFIQUEI. Também não conferi os valores numéricos das alterações testiculares de 2008.
  • Não verifiquei a situação regulatória nos EUA e na União Europeia, nem listas brasileiras de espécies proibidas.
  • Não verifiquei a origem do "96%" de testosterona ligada à SHBG; a questão está discutida na página Boro (SHBG e testosterona livre).
  • Não procurei literatura fora do PubMed, como revistas africanas não indexadas.
  • Não identifiquei o "segundo extrato", que os vídeos não nomeiam.

Referências

Esta página não veio da fonte secundária. Cada número desta página foi levantado por mim em 7 de outubro de 2026 no PubMed, no ClinicalTrials.gov, no texto consolidado da IN 28/2018 e da RDC 243/2018 da ANVISA, no dado aberto de medicamentos da ANVISA e na Lista Proibida da WADA de 2026, e a consulta usada está declarada acima. Li resumos, não os artigos inteiros. As contagens das tabelas com consulta, no PubMed e no ClinicalTrials.gov, foram refeitas por mim em 16 de outubro de 2026.
  1. Yakubu MT, Akanji MA, Oladiji AT. Aphrodisiac potentials of the aqueous extract of Fadogia agrestis (Schweinf. Ex Hiern) stem in male albino rats. Asian J Androl. 2005;7(4):399-404. PMID 16281088 — o estudo de 2005: testosterona em ratos, dias 1 a 5; LH não medido.
  2. Yakubu MT, Akanji MA, Oladiji AT. Effects of oral administration of aqueous extract of Fadogia agrestis (Schweinf. Ex Hiern) stem on some testicular function indices of male rats. J Ethnopharmacol. 2008;115(2):288-92. PMID 18023305 — o artigo do grupo na revista citada: efeitos adversos na função testicular de ratos.
  3. Yakubu MT, Oladiji AT, Akanji MA. Mode of cellular toxicity of aqueous extract of Fadogia agrestis (Schweinf. Ex Hiern) stem in male rat liver and kidney. Hum Exp Toxicol. 2009;28(8):469-78. PMID 19755438 — lesão de membranas de células do fígado e dos rins em ratos.
  4. Ogunro OB, Yakubu MT. Fadogia agrestis (Schweinf. Ex Hiern) Stem Extract Restores Selected Biomolecules of Erectile Dysfunction in the Testicular and Penile Tissues of Paroxetine-Treated Wistar Rats. Reprod Sci. 2023;30(2):690-700. PMID 35969364 — marcadores de ereção em ratos; uso recomendado só "após ensaios clínicos".
  5. Avula B, Bae JY, Raman V, et al. Quantification of Phenolic Compounds from Fadogia agrestis and Dietary Supplements using UHPLC-PDA-MS. Planta Med. 2019;85(2):145-153. PMID 30170324 — uso tradicional; 5 de 17 suplementos sem os compostos da planta.
  6. Osman AG, Ali Z, Fantoukh O, et al. Glycosides of ursane-type triterpenoid, benzophenone, and iridoid from Vangueria agrestis (Fadogia agrestis) and their anti-infective activities. Nat Prod Res. 2020;34(5):683-691. PMID 30325205 — o nome Vangueria agrestis para a mesma planta.
  7. van Andel T, Myren B, van Onselen S. Ghana's herbal market. J Ethnopharmacol. 2012;140(2):368-78. PMID 22306470 — exportação da casca a partir de Gana.
  8. Sanon S, Ollivier E, Azas N, et al. Ethnobotanical survey and in vitro antiplasmodial activity of plants used in traditional medicine in Burkina Faso. J Ethnopharmacol. 2003;86(2-3):143-7. PMID 12738078 — triagem antimalária em laboratório.
  9. Van Elst D, van Wyk B, Schultz A, et al. Production of toxic pavettamine and pavettamine conjugates in the gousiekte-causing Fadogia homblei plant and its relation to the bacterial endosymbiont. Phytochemistry. 2013;85:92-8. PMID 23009874 — espécie do mesmo gênero que causa doença cardíaca em ruminantes.
  10. Instrução Normativa nº 28, de 26 de julho de 2018, da ANVISA, texto consolidado no AnvisaLegis — a planta não consta do Anexo I.
  11. Resolução RDC nº 243, de 26 de julho de 2018, da ANVISA, texto consolidado no AnvisaLegis — constituintes (art. 4º) e alegações (art. 16) restritos às listas da IN 28/2018.
  12. Dado aberto de medicamentos registrados da ANVISA — a mesma base usada na página O que existe no Brasil.
  13. Lista Proibida da WADA de 2026 (cópia mantida pela Universidade do Esporte de Colônia) — a planta não aparece.
  14. E-utilities do PubMed (esearch) — a base de todas as contagens de artigo desta página.
  15. API pública do ClinicalTrials.gov, versão 2 — a base de todas as contagens de estudo e de fase 3 desta página.

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