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Protocolos
Compostos › Verificado em fonte primária

Maitake (Grifola frondosa) e glicose

Os "30% a 63%" vêm de 7 voluntários sem grupo controle, que também tomavam remédio para diabetes; não há ensaio randomizado de maitake em diabetes no PubMed.

Não aprovadoVerificado em fonte primária
Ilustração gerada por IA. Não é dado, nem imagem de estudo.

Material experimental. Leia antes de usar qualquer coisa daqui.

Nada nesta página é recomendação médica, prescrição ou plano de tratamento. É uma tradução organizada de protocolos que circulam em comunidades de pesquisa e, quando existe, do que ensaios publicados testaram. As duas coisas estão marcadas de forma diferente — e não são equivalentes.

A maior parte dos compostos aqui não tem aprovação da ANVISA nem da FDA para uso humano. Vários são vendidos com rótulo de "uso exclusivo em pesquisa", o que significa que não passaram por controle de pureza, esterilidade ou dosagem para consumo por pessoas. Dose descrita por comunidade não é dose validada: é o que alguém relatou ter feito.

Converse com um profissional de saúde habilitado antes de considerar qualquer um destes compostos. Se você já usa algum e sentir algo fora do previsto, procure atendimento — não espere o próximo exame de rotina.

Atenção específica deste composto: Quem tem diabetes e usa remédio não deve somar ou trocar tratamento por maitake por conta própria: na série de casos que deu origem aos números, todos tomavam remédio oral, e o primeiro paciente usava uma sulfonilureia, classe que causa hipoglicemia. Um relato de caso de 2010 descreve aumento do INR com extrato de maitake em quem usava varfarina. O maitake não consta da lista de constituintes autorizados em suplemento no Brasil.

Resumo

O maitake é um cogumelo comestível (Grifola frondosa). A promessa de baixar a glicose "em até 63%" vem de uma série de 7 voluntários com diabetes tipo 2 descrita por um pesquisador de Nova York: um comprimido de uma fração do cogumelo três vezes ao dia por 4 semanas, sem grupo controle, em pessoas que também tomavam remédio oral para diabetes. O "−25% em 4 dias" é de camundongos. No PubMed, nenhum ensaio randomizado de maitake mediu glicose, e no ClinicalTrials.gov não há registro em diabetes. No Brasil, o maitake não consta da lista de constituintes de suplemento.

Por que esta página existe

O maitake aparece descrito em um vídeo curto sobre saúde masculina que vi publicado na internet, como um fungo que "baixa a glicose em até 63% em 28 dias". O vídeo cita um estudo em ratos resistentes à insulina, com glicose 25% menor em 4 dias, e um estudo do New York Medical College em diabéticos tipo 2: comprimido do extrato três vezes ao dia por 4 semanas, glicemia de jejum caindo de 205 para 116, ou 42% em média, e quedas de 30% a 63% em outro grupo. O maitake "destravaria" o receptor de insulina e "reverteria" a resistência à insulina, e só não virou remédio porque "cliente curado não paga conta". O vídeo não fala de hipoglicemia nem de uso junto com remédio de diabetes.

É um vídeo só, mas a alegação compara o cogumelo a remédio no tratamento de doença crônica. A evidência por trás dela é pequena, e por isso esta página é mais curta que as outras da série. Separei as 11 alegações verificáveis e procurei cada estudo e cada número. Nenhum número desta página veio da fonte secundária do site.

O que é

  • Identidade. O maitake é o cogumelo Grifola frondosa, comestível e cultivado. Os estudos de glicose usam frações extraídas dele: a "fração X" em camundongos (Manohar 2002) e a "SX-fraction", uma glicoproteína solúvel em água, nos estudos de Nova York (Konno 2020).
  • A fração mudou de forma ao longo do tempo. Segundo a revisão do próprio pesquisador, o produto foi chamado sucessivamente de pó de maitake com o componente, fração bruta, fração formulada, comprimido de pó de maitake e fração atual (Konno 2020). Não é o mesmo que o cogumelo comido nem que o pó vendido solto.
  • Origem do material. Segundo a mesma revisão, o material de todos os estudos descritos foi fornecido principalmente pelo fabricante. O autor declara não ter conflito de interesse.

O mecanismo: medido em célula e em camundongo

A explicação de que o maitake "destrava o receptor de insulina" vem de estudos em células de músculo: segundo a revisão de 2020, a fração aumentou a ativação de três peças da via da insulina, o receptor de insulina, o IRS-1 e a Akt (Konno 2020). Em camundongos resistentes à insulina, uma dose única de 140 mg da "fração X" baixou a glicose em cerca de 25% entre 8 e 12 horas e entre 16 e 18 horas, e, no estudo de uma semana, glicose e insulina estavam menores nos dias 4 e 7; os autores interpretam como aumento da sensibilidade à insulina (Manohar 2002). Em outro estudo com camundongos diabéticos, 1 g por dia de pó do cogumelo baixou a glicose (Kubo 1994).

Nenhum desses dados mediu sensibilidade à insulina em pessoas.

Quanta evidência existe, de verdade

Os números abaixo foram levantados por mim em 16 de outubro de 2026, no PubMed e no ClinicalTrials.gov. A consulta de cada linha está ao lado do número, para qualquer pessoa repetir e me contradizer.

BaseConsultaResultado
PubMedmaitake OR "Grifola frondosa"640 artigos
PubMed(maitake OR "Grifola frondosa") AND (diabet* OR glucose OR insulin OR glycemic)119 artigos
PubMed(maitake OR "Grifola frondosa") AND (diabet* OR glucose OR insulin OR glycemic) AND (humans[MeSH Terms])25 artigos
PubMed(maitake OR "Grifola frondosa") AND (Randomized Controlled Trial[Publication Type] OR Meta-Analysis[Publication Type])7 artigos
PubMed(maitake OR "Grifola frondosa") AND (Clinical Trial[Publication Type])10 artigos
ClinicalTrials.govintervenção: maitake OR Grifola frondosa8 estudos registrados
ClinicalTrials.govintervenção: (maitake OR Grifola frondosa) AND AREA[Phase]PHASE30 ensaios de fase 3
ClinicalTrials.govintervenção: (maitake OR Grifola frondosa) AND AREA[Condition]diabetes (condição: diabetes)0 estudos registrados

Leitura honesta desses números

  • Nenhum dos 7 artigos marcados como ensaio randomizado ou meta-análise mede glicose em diabetes. Tratam de câncer, imunidade, sintomas respiratórios, cognição, síndrome dos ovários policísticos e lipídios, e duas meta-análises são de estudos em animais.
  • Os 25 artigos com a marcação de humanos não são 25 estudos em gente. A lista inclui química de polissacarídeos, estudos em células e em camundongos e revisões. O único estudo humano de glicose com maitake que localizei é a carta de 2001 com relato de casos. Há um estudo com outra espécie, Grifola gargal, em 10 adultos com pré-diabetes, 9,2 g por dia por 4 semanas: a queda relatada em pessoas foi de triglicerídeos; a glicose caiu nos camundongos (Harada 2020).
  • Uma revisão de 2020 sobre cogumelos medicinais em diabetes tipo 2 registra que, ao contrário do grande número de resultados experimentais, há só poucos ensaios clínicos ou relatos de caso publicados (Lindequist 2020). Uma revisão sistemática de 2009 concluiu que faltava estudo sistemático de segurança e eficácia do maitake em humanos (Ulbricht 2009).
  • Os 8 registros do ClinicalTrials.gov são de câncer, doença inflamatória intestinal e nutrição. Nenhum é de diabetes.
  • Contagem de artigo mede atenção acadêmica, não evidência de desfecho.

Os estudos que sustentam as alegações

Segundo o PubMed, estes são os trabalhos concretos por trás do que se diz sobre maitake e glicose. Leia o que cada um mediu, e em quantos.

EstudoNContextoO que relatouRessalva
Konno et al., 2001
Diabet Med 18(12):1010 · PMID 11903406
não informado (carta)Carta com relato de casos de diabetes tipo 2 no New York Medical College"Possível efeito hipoglicemiante" (título)Classificada no PubMed como relato de caso e carta; sem resumo; não li o texto
Konno, 2020 (revisão)
World J Diabetes 11(12):572-583 · PMID 33384765
1 caso + 7 voluntáriosRevisão do próprio pesquisador sobre a "SX-fraction"Série de 7: um comprimido 3×/dia por 4 semanas; glicemia de jejum caiu cerca de 30% a 63%; um caso isolado com glibenclamida e a fração ficou com glicemia normalSem grupo controle; valores aproximados; todos os participantes também tomavam remédio oral; material fornecido pelo fabricante
Manohar et al., 2002
Diabetes Obes Metab 4(1):43-8 · PMID 11874441
camundongosCamundongos KK resistentes à insulina; "fração X" ou glipizidaDose única de 140 mg: glicose cerca de 25% menor em 8–12 h e 16–18 h; no estudo de 7 dias, glicose e insulina menores nos dias 4 e 7Camundongo, não rato nem gente
Kubo et al., 1994
Biol Pharm Bull 17(8):1106-10 · PMID 7820117
camundongosCamundongos diabéticos KK-Ay; 1 g/dia de pó do cogumeloGlicose menor, enquanto subia no grupo controleCamundongo
Lindequist e Haertel, 2020 (revisão)
Int J Med Mushrooms 22(9):845-854 · PMID 33389851
revisãoCogumelos medicinais em diabetes tipo 2Poucos ensaios clínicos ou relatos de caso, para gêneros que incluem GrifolaRevisão narrativa
Ulbricht et al., 2009 (revisão sistemática)
J Soc Integr Oncol 7(2):66-72 · PMID 19476741
revisãoMaitake em câncer, diabetes e imunidadeFalta de estudo sistemático de segurança e eficácia em humanos—
Hanselin et al., 2010
Ann Pharmacother 44(1):223-4 · PMID 20040699
1Relato de caso em cartaAumento do INR com extrato de maitake e varfarina (título)Sem resumo; não li o texto

Por que não há tabela de dose nesta página

Não há estudo humano controlado com dose definida de maitake para glicose. A série de 7 voluntários usou "um comprimido da fração três vezes ao dia", e a revisão não informa quanto de fração havia em cada comprimido; a própria fração mudou de formulação ao longo dos anos (Konno 2020). Os 140 mg da "fração X" e o 1 g de pó por dia são doses dadas a camundongos (Manohar 2002; Kubo 1994) e não se transferem para pessoas. Montar uma tabela com esses números daria a aparência de protocolo que a evidência não sustenta.

Das 11 alegações conferidas, os números vêm de 7 voluntários sem grupo controle

Cada linha é uma alegação como ela circula, sem o nome de quem a fez. O veredito usa os rótulos confirmado, parcialmente, não sustentado, sem estudo em humanos, estudo em animal ou in vitro, número não encontrado na fonte citada e, quando não consegui conferir, não verificado.

O que se dizO que os estudos mostramVeredito
Baixa a glicose "em até 63%" em 28 diasO 63% é de um dos 7 voluntários da série de Nova York, sem grupo controle, todos também com remédio oral para diabetes (Konno 2020)Parcialmente
Em ratos resistentes à insulina, a glicose caiu 25% em 4 diasEm camundongos, não ratos: cerca de 25% em 8–12 h e 16–18 h depois de uma dose, e glicose menor nos dias 4 e 7 (Manohar 2002)Estudo em animal ou in vitro
New York Medical College, diabéticos tipo 2, comprimido do extrato 3×/dia por 4 semanasÉ a série de 7 voluntários descrita pelo pesquisador da instituição (Konno 2020); a carta de 2001 é classificada como relato de casoConfirmado (como série de casos)
Glicemia de jejum de 205 para 116, queda média de 42%A revisão do pesquisador traz valores aproximados por paciente, sem essa média; não li a carta de 2001, que não tem resumoNão verificado
"Em outro grupo", com a mesma dose por mais tempo, quedas de 30% a 63%A faixa de 30% a 63% é a dos mesmos 7 voluntários, em 4 semanas, e não de outro grupo tratado por mais tempo (Konno 2020)Parcialmente
"Destrava o receptor de insulina"Ativação do receptor de insulina, do IRS-1 e da Akt em células de músculo (Konno 2020); menos glicose e insulina em camundongos (Manohar 2002)Estudo em animal ou in vitro
"Reverte a resistência à insulina" em gente, não só em ratoNenhum estudo humano mediu sensibilidade à insulina; a série de casos mediu glicemia de jejum sem controleNão sustentado
Funciona como os remédios de diabetes ("mais forte que remédio de farmácia?")Nenhuma comparação em humanos; a comparação com glipizida foi feita em camundongos (Manohar 2002)Não sustentado
"Nunca virou remédio" porque "cliente curado não paga conta"Não há ensaio randomizado de maitake em diabetes publicado no PubMed nem registrado no ClinicalTrials.gov, o mínimo para um pedido de registroNão sustentado
A dose dos estudos "não é a mesma do pó" vendido soltoOs estudos usaram frações extraídas, com formulação que mudou ao longo do tempo, e não o pó do cogumelo (Konno 2020)Parcialmente
Sem a combinação certa, o corpo absorve "menos da metade"Nenhuma fonte citada e nenhuma localizadaNão sustentado

Placar: 1 confirmada, 3 parcialmente, 4 não sustentadas, 2 com estudo só em animal ou in vitro e 1 não verificada.

Segurança, interações e quem não deve usar sem médico

  • Não há estudo de segurança em pessoas com diabetes. A série de casos afirma que nenhum participante apresentou queixa, mas não tinha grupo de comparação nem avaliação sistemática (Konno 2020).
  • Remédio para diabetes. Na série de casos, todos os participantes tomavam remédio oral, e o primeiro paciente usava glibenclamida, uma sulfonilureia, quando começou a fração (Konno 2020). Somar um produto que baixa a glicose a remédios que também baixam pode levar a hipoglicemia; isso é inferência minha, porque nenhum estudo mediu esse risco.
  • Varfarina. Um relato de caso de 2010 descreve aumento do INR com extrato de maitake em quem usava varfarina (Hanselin 2010). Li só o título; a carta não tem resumo.
  • Interações em geral: NÃO VERIFIQUEI em base de interações medicamentosas.
  • Gestação, amamentação e alergia a cogumelo: NÃO VERIFIQUEI.
  • Quem não deve usar sem médico: quem tem diabetes e usa remédio, especialmente sulfonilureia ou insulina, quem usa varfarina ou outro anticoagulante, gestantes e lactantes.

Status regulatório

  • Brasil, suplemento alimentar: o maitake (Grifola frondosa) não consta do Anexo I da IN 28/2018, na versão consolidada até a IN 470, de 16 de setembro de 2026; as buscas por "Grifola" e por "maitake" no texto consolidado devolvem zero. Os únicos cogumelos da lista são o extrato aquoso de shiitake (Lentinula edodes), incluído pela IN 418, de 18 de dezembro de 2025, e o pó de Agaricus bisporus com vitamina D2. Pela RDC 243/2018, suplemento só pode conter os constituintes dessa lista ou os aprovados por Resolução específica. NÃO VERIFIQUEI Resolução avulsa nem as regras para o cogumelo vendido como alimento.
  • Brasil, medicamento: nenhum registro com maitake ou Grifola no dado aberto da ANVISA (tabela abaixo).
  • Estados Unidos e União Europeia: NÃO VERIFIQUEI.
  • WADA: o maitake não aparece na Lista Proibida de 2026.

No Brasil, busquei no dado aberto de medicamentos registrados da ANVISA, no princípio ativo e no nome do produto, sem acento e sem diferença de caixa.

Princípio ativoPadrão buscadoRegistros ativosClasse terapêutica declaradaProdutos
maitake (Grifola frondosa)maitake|grifola0—nenhum registro

O que este levantamento não fez

  • Não li a carta de 2001 do Diabetic Medicine, que não tem resumo no PubMed; os números da série de casos vêm da revisão de 2020 do mesmo pesquisador, em acesso aberto.
  • Não verifiquei o "205 para 116" e o "−42%".
  • Não li o relato de caso de varfarina além do título.
  • Não verifiquei interações em base de interações, segurança em gestação e alergia, a situação nos Estados Unidos e na União Europeia, nem as regras brasileiras para cogumelo vendido como alimento.
  • Não avaliei os estudos de maitake em câncer, imunidade e síndrome dos ovários policísticos, que não tratam de glicose.

Referências

Esta página não veio da fonte secundária. Cada número desta página foi levantado por mim em 7 de outubro de 2026 no PubMed, no ClinicalTrials.gov, no texto consolidado da IN 28/2018 e da RDC 243/2018 da ANVISA, no dado aberto de medicamentos da ANVISA e na Lista Proibida da WADA de 2026, e a consulta usada está declarada acima. Li resumos e o texto aberto da revisão de 2020, não os demais artigos inteiros. As contagens das tabelas com consulta, no PubMed e no ClinicalTrials.gov, foram refeitas por mim em 16 de outubro de 2026.
  1. Konno S, Tortorelis DG, Fullerton SA, et al. A possible hypoglycaemic effect of maitake mushroom on Type 2 diabetic patients. Diabet Med. 2001;18(12):1010. PMID 11903406 — a carta de Nova York, classificada como relato de caso.
  2. Konno S. SX-fraction: Promise for novel treatment of type 2 diabetes. World J Diabetes. 2020;11(12):572-583. PMID 33384765 — a série de 7 voluntários sem controle, com os 30% a 63%.
  3. Manohar V, Talpur NA, Echard BW, et al. Effects of a water-soluble extract of maitake mushroom on circulating glucose/insulin concentrations in KK mice. Diabetes Obes Metab. 2002;4(1):43-8. PMID 11874441 — os 25% em camundongos.
  4. Kubo K, Aoki H, Nanba H. Anti-diabetic activity present in the fruit body of Grifola frondosa (Maitake). I. Biol Pharm Bull. 1994;17(8):1106-10. PMID 7820117 — pó do cogumelo em camundongos diabéticos.
  5. Lindequist U, Haertel B. Medicinal Mushrooms for Treatment of Type 2 Diabetes: An Update on Clinical Trials. Int J Med Mushrooms. 2020;22(9):845-854. PMID 33389851 — poucos ensaios clínicos com cogumelos em diabetes.
  6. Ulbricht C, Weissner W, Basch E, et al. Maitake mushroom (Grifola frondosa): systematic review by the natural standard research collaboration. J Soc Integr Oncol. 2009;7(2):66-72. PMID 19476741 — falta de estudo sistemático em humanos.
  7. Harada E, Morizono T, Kanno T, et al. Medicinal Mushroom, Grifola gargal (Agaricomycetes), Lowers Triglyceride in Animal Models of Obesity and Diabetes and in Adults with Prediabetes. Int J Med Mushrooms. 2020;22(1):79-91. PMID 32464000 — outra espécie: em 10 adultos com pré-diabetes, queda de triglicerídeos.
  8. Hanselin MR, Vande Griend JP, Linnebur SA. INR elevation with maitake extract in combination with warfarin. Ann Pharmacother. 2010;44(1):223-4. PMID 20040699 — o relato de caso com varfarina.
  9. Instrução Normativa nº 28, de 26 de julho de 2018, da ANVISA, texto consolidado no AnvisaLegis — lista de constituintes autorizados, sem maitake.
  10. Resolução RDC nº 243, de 26 de julho de 2018, da ANVISA, texto consolidado no AnvisaLegis — constituintes de suplemento restritos às listas da IN 28/2018.
  11. Dado aberto de medicamentos registrados da ANVISA — a mesma base usada na página O que existe no Brasil.
  12. Lista Proibida da WADA de 2026 (cópia mantida pela Universidade do Esporte de Colônia) — o maitake não aparece.
  13. E-utilities do PubMed (esearch) — a base de todas as contagens de artigo desta página.
  14. API pública do ClinicalTrials.gov, versão 2 — a base de todas as contagens de estudo e de fase 3 desta página.

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