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Protocolos
Compounds › Verified against primary sources

Azeite de oliva extravirgem (oleuropeína)

O "+17,4% de testosterona" vem de um estudo marroquino de 3 semanas sem grupo controle, que não mediu oleuropeína; e acidez de 0,2% não separa extravirgem de refinado.

Not approvedVerified against primary sources
AI-generated illustration. Not data, and not an image from a study.

Experimental material. Read before using anything from here.

Nothing on this page is a medical recommendation, prescription or treatment plan. It is an organized translation of protocols circulating in research communities and, where it exists, of what published trials tested. The two are marked differently — and they are not equivalent.

Most of the compounds here have no FDA approval for human use. Several are sold labeled "research use only", which means they have not gone through purity, sterility or dosage controls for human consumption. A community-reported dose is not a validated dose: it is what someone reported having done.

Talk to a licensed health professional before considering any of these compounds. If you already use one and feel anything unexpected, seek care — do not wait for the next routine test.

Atenção específica deste composto: Azeite é alimento, e esta página não trata de risco do azeite comum. O alerta é sobre a troca de alvo: o único estudo humano não mediu oleuropeína, e o suplemento de oleuropeína vendido no Brasil vem de extrato de folha de oliveira, não de azeite. Esse suplemento é autorizado com faixa estreita, de 150 a 161 mg por dia para adultos, e o rótulo tem de dizer que gestantes, lactantes e crianças não devem consumir. Nenhum estudo mediu testosterona com ele.

Summary

O estudo citado nos vídeos existe: 60 homens marroquinos de 23 a 40 anos trocaram manteiga por óleo de argan ou por azeite extravirgem durante 3 semanas, e a testosterona subiu 17,4% no grupo do azeite e 19,9% no do argan. Não houve grupo controle paralelo, o resumo não informa a quantidade de óleo, e ninguém mediu oleuropeína. É o único ensaio em humanos de azeite e testosterona que o PubMed devolve. O efeito da oleuropeína no testículo foi visto em ratos. Das três "regras" para escolher azeite, o vidro escuro tem apoio; a acidez de 0,2% não é critério legal, e o refinado tem acidez máxima ainda menor.

Why this page exists

O azeite de oliva extravirgem aparece descrito num vídeo curto sobre treino que vi publicado na internet, como "a gordura certa" que aumenta a testosterona em 17%. O vídeo cita um estudo publicado na Natural Product Communications, com 60 homens de 23 a 40 anos, 3 semanas de azeite extravirgem, testosterona total +17,4% e LH +42,6%. Atribui o efeito à oleuropeína, que reduziria o estresse oxidativo nas células de Leydig, as que fabricam testosterona, e diz que o refino industrial a destrói. Sugere que fritar em óleo de soja "sabota" o hormônio. E dá três regras de compra: garrafa de vidro escura, acidez máxima de 0,2% e rótulo com "prensado a frio" e ano da colheita; se disser só "azeite de oliva", seria "refugo industrial".

É um vídeo só, e o estudo citado existe com os números citados. O que a página faz é mostrar o desenho desse estudo, o que ele não mediu e o que a lei diz sobre as três regras. Separei 14 alegações verificáveis. Nenhum número desta página veio da fonte secundária do site. A evidência em humanos sobre azeite e testosterona é um único estudo pequeno, e por isso esta página é mais curta que outras do site.

Este site trata de assunto vizinho também em Gordura na dieta e testosterona (a "diretriz de 1977").

O que a oleuropeína é, e onde ela está de verdade

A oleuropeína é o principal composto fenólico da oliveira. Segundo a revisão de Omar (2010), ela chega a 140 mg por grama de matéria seca na azeitona jovem e a 60–90 mg por grama nas folhas; nas folhas, responde por 19% do peso. No azeite, aparece sobretudo como derivados sem o açúcar da molécula (a forma "aglicona"), junto com o hidroxitirosol. São esses fenóis que dão ao azeite extravirgem o amargor e a ardência.

O refino reduz esses fenóis. Num estudo de 1996 (Colquhoun e colegas), o azeite extravirgem teve 48 microgramas de polifenóis por grama, e os outros óleos testados, entre 0 e 10. É por isso que o suplemento de oleuropeína autorizado no Brasil vem de extrato seco de folha de oliveira com pelo menos 40% de oleuropeína, e não de azeite.

How much evidence really exists

Os números abaixo foram levantados por mim em 16 de outubro de 2026, no PubMed e no ClinicalTrials.gov. A consulta de cada linha está ao lado do número, para qualquer pessoa repetir e me contradizer.

Evidence baseQueryResult
PubMed"olive oil"15.836 artigos
PubMed("olive oil") AND (testosterone)157 artigos
PubMed("olive oil") AND (testosterone) AND (Randomized Controlled Trial[Publication Type] OR Clinical Trial[Publication Type])2 articles
PubMedoleuropein1.846 artigos
PubMed(oleuropein) AND (testosterone OR Leydig OR testis OR testicular)11 artigos
PubMed(oleuropein) AND (Randomized Controlled Trial[Publication Type] OR Meta-Analysis[Publication Type])27 artigos
PubMed("extra virgin olive oil") AND (Randomized Controlled Trial[Publication Type] OR Meta-Analysis[Publication Type])203 artigos
PubMed(low-fat diet OR dietary fat) AND (testosterone) AND (Meta-Analysis[Publication Type])15 artigos
ClinicalTrials.govintervenção: olive oil755 estudos registrados
ClinicalTrials.govintervenção: oleuropein22 estudos registrados
ClinicalTrials.govintervenção: (olive oil) AND AREA[Phase]PHASE344 ensaios de fase 3
ClinicalTrials.govtermo livre (não só intervenção): olive oil AND testosterone14 estudos registrados

An honest reading of these numbers

  • Um estudo humano só. Dos 2 artigos marcados como ensaio, um é o estudo marroquino; o outro é um ensaio de dieta em câncer de mama, sem relação com testosterona masculina.
  • Os 157 artigos de "azeite e testosterona" são quase todos de laboratório. Numa triagem automática que fiz dos resumos, 130 dos 155 recuperados mencionam rato ou camundongo. Em muitos, o azeite é só o líquido em que se dissolve a testosterona injetada nos animais. Não li um por um.
  • Os 11 de oleuropeína e testículo são de animais e células, quase todos testando proteção contra um tóxico.
  • Os 14 registros do ClinicalTrials.gov com "olive oil" e "testosterone" não testam azeite para testosterona em homens. São dietas em adolescentes, mulheres com ovário policístico, privação de sono, homens em bloqueio hormonal por câncer de próstata e outros. A busca foi por termo livre, e o azeite aparece muitas vezes como placebo ou parte da dieta.
  • Quantidade de gordura na dieta e testosterona é outra pergunta, e a resposta é dividida. Uma meta-análise de 2021 com 6 estudos e 206 homens achou testosterona menor em dietas pobres em gordura. Outra, de 2025, com 11 ensaios e 888 adultos, não achou diferença. Nenhuma das duas compara tipos de óleo.
  • Contagem de artigo mede atenção acadêmica, não evidência de desfecho.

The studies behind the claims

Segundo o PubMed, estes são os trabalhos concretos por trás do que se diz sobre azeite, oleuropeína e testosterona. Leia o que cada um mediu, e em quantos.

StudyNContextWhat it reportedCaveat
Derouiche et al., 2013
Nat Prod Commun 8(1):51-3 · PMID 23472458
60 no total, divididos entre argan e azeiteHomens marroquinos saudáveis de 23 a 40 anos; 2 semanas com manteiga, depois sorteio entre óleo de argan virgem e azeite extravirgem por 3 semanasTestosterona +19,9% (argan) e +17,4% (azeite), p < 0,0001; LH +18,5% (argan, p < 0,007) e +42,6% (azeite, p < 0,0001); DHEAS, peso, IMC, pressão e calorias sem mudançaComparação antes e depois, sem grupo que continuasse na manteiga; o resumo não diz quantos homens em cada óleo nem a quantidade de óleo; os dois óleos subiram a testosterona, o que não aponta para um composto do azeite; oleuropeína não medida
Oi-Kano et al., 2013
J Nutr Biochem 24(5):887-93 · PMID 22901687
ratosRação com 40%, 25% ou 10% de caseína, com ou sem 0,1% de oleuropeína, 28 dias; e oleuropeína aglicona em ratos anestesiadosTestosterona no testículo maior e corticosterona menor só na ração de 40% de proteína com oleuropeína; LH subiu com a dose da agliconaRatos; efeito só na dieta hiperproteica
Whittaker e Wu, 2021 (meta-análise)
J Steroid Biochem Mol Biol 210:105878 · PMID 33741447
6 estudos, 206 homensDieta pobre × rica em gorduraTestosterona total menor na dieta pobre em gordura (diferença padronizada −0,38; IC 95% −0,75 a −0,01)Poucos estudos; compara quantidade, não tipo de óleo
Soltani et al., 2025 (meta-análise)
J Food Sci 90(5):e70266 · PMID 40387562
11 ensaios, 888 adultosDieta pobre × rica em gorduraSem diferença em testosterona nem em outros hormônios sexuaisCerteza baixa, como declarada pelos autores; o resumo fala em adultos, sem separar homens
Colquhoun et al., 1996
Asia Pac J Clin Nutr 5(2):105-7 · PMID 24394520
13 óleosTrês tipos de azeite e dez óleos vegetaisExtravirgem com 48 µg de polifenóis por grama; os outros, de 0 a 10Análise de laboratório antiga; não mede oleuropeína isolada
Gargouri et al., 2015
J Food Sci Technol 52(4):1948-59 · PMID 25829575
—Azeite extravirgem da variedade Chemlali guardado 6 meses sob luz em vidro claro, vidro escuro, plástico e lataLata e vidro escuro oxidaram menos; vidro claro e plástico perderam mais fenóisUma variedade de azeite; mostra a embalagem, não efeito no corpo
Omar, 2010 (revisão)
Sci Pharm 78(2):133-54 · PMID 21179340
—Oleuropeína na oliveiraAté 140 mg/g na azeitona jovem, 60–90 mg/g nas folhas; no azeite, sobretudo derivados agliconasRevisão

Sobre o estudo marroquino, uma nota de método. O PubMed o marca como ensaio randomizado porque os homens foram sorteados entre dois óleos. Mas a comparação que gera o 17,4% é antes e depois, dentro do mesmo grupo, com o fim de um período de manteiga como ponto de partida. Sem um grupo que continuasse com manteiga, não dá para separar o efeito do azeite do efeito do tempo, da estação do ano, da atenção à dieta ou de tirar a manteiga. Não consegui abrir o artigo completo; li o resumo.

Why there is no dose table on this page

O único estudo humano não informa no resumo quanto óleo cada homem consumiu. Não há outro ensaio humano com azeite, oleuropeína ou hidroxitirosol que tenha medido testosterona. Uma tabela de dose daria aparência de protocolo a algo que a evidência não sustenta. Para referência regulatória, não de efeito hormonal: na União Europeia, a alegação de saúde aprovada para polifenóis do azeite exige pelo menos 5 mg de hidroxitirosol e derivados por 20 g de azeite e diz que o benefício, que é proteger os lipídios do sangue da oxidação, aparece com 20 g por dia.

Das 14 alegações, 6 se confirmam, e a que liga o efeito à oleuropeína não tem estudo em pessoas

Cada linha é uma alegação como ela circula, sem o nome de quem a fez. O veredito usa seis rótulos: confirmado, parcialmente, não sustentado, sem estudo em humanos, só animal ou in vitro e número não encontrado na fonte citada.

O que se dizO que os estudos mostramVerdict
O azeite extravirgem aumenta a testosterona em 17%Derouiche 2013: +17,4%, mas comparando antes e depois, sem grupo controle paralelo, depois de 2 semanas de manteiga; o argan subiu 19,9%Parcialmente
Foram 60 homens de 23 a 40 anos, por 3 semanasÉ o que o resumo publica; os 60 foram divididos entre argan e azeiteConfirmado
Testosterona total +17,4% e LH +42,6%São os números do resumo para o grupo do azeiteConfirmado
Publicado na Natural Product CommunicationsNat Prod Commun 2013;8(1):51-3Confirmado
"Testado em gente de verdade, não em rato"Sim, em homens saudáveisConfirmado (estudo único e pequeno)
O composto responsável é a oleuropeínaO estudo não mediu oleuropeína nem nenhum fenol; o argan, outro óleo, teve efeito parecidoSem estudo em humanos
A oleuropeína protege a célula de Leydig do estresse oxidativo, e a célula protegida produz maisEm ratos com dieta rica em proteína, oleuropeína aumentou a testosterona no testículo (Oi-Kano 2013); os outros estudos são de proteção contra tóxicos, em animaisSó animal ou in vitro
O refino industrial destrói a oleuropeínaO refino reduz os polifenóis do azeite (Colquhoun 1996)Confirmado (para fenóis em geral)
Fritar em óleo de soja "sabota" a testosteronaNenhum estudo localizado comparou óleo de soja e azeite em testosterona; as meta-análises sobre quantidade de gordura divergemSem estudo em humanos
Garrafa de vidro escuro protege o azeite da luzVidro escuro e lata conservaram melhor os fenóis que vidro claro e plástico (Gargouri 2015)Confirmado
Acidez máxima "de até 0,2%" separa o azeite bomA lei brasileira e a europeia fixam acidez de até 0,80% para o extravirgem; o azeite refinado, que perdeu fenóis, tem limite de 0,30%; acidez baixa, sozinha, não prova extravirgem nem fenol altoNão sustentado
O rótulo precisa dizer "prensado a frio" e o ano da colheitaNa União Europeia, "primeira prensagem a frio" e "extração a frio" exigem menos de 27 °C, e o ano da colheita só pode aparecer se 100% do conteúdo for de uma safra; o regulamento brasileiro que li não trata desses termos; nenhum dos dois garante teor de fenolParcialmente
Se o rótulo diz só "azeite de oliva", é "refugo industrial"Pela norma brasileira, "azeite de oliva" é a mistura de azeite refinado com virgem ou extravirgem; é categoria legal, mas tem parte refinada, com menos fenóisParcialmente
O azeite "dá 17%", e um protocolo completo daria "+147% em 28 dias"O 147% não tem fonte e não é de nenhum estudo de azeiteSem estudo em humanos

Placar: 6 confirmadas, 3 parcialmente, 1 não sustentada, 3 sem estudo em humanos e 1 só animal ou in vitro.

Safety

  • Azeite é alimento. Esta página não achou, nem procurou, risco hormonal do azeite comum.
  • Suplemento de oleuropeína é outra coisa. No Brasil, ele vem de extrato seco de folha de oliveira e tem rótulo obrigatório dizendo que não deve ser consumido por gestantes, lactantes e crianças. A faixa autorizada para adultos é de 150 a 161 mg por dia. NÃO VERIFIQUEI estudos de segurança do extrato de folha nem interações dele com remédios.
  • Hidroxitirosol em suplemento tem, no Brasil, limite de 5 a 35 mg por dia para adultos e a mesma advertência para gestantes, lactantes e crianças.
  • Interações: NÃO VERIFIQUEI bases de interação medicamentosa.

Regulatory status

  • Brasil, alimento: o Regulamento Técnico do Azeite de Oliva (Instrução Normativa MAPA nº 1, de 30 de janeiro de 2012) fixa acidez livre de até 0,80% para o azeite extravirgem, até 1,00% para o tipo "azeite de oliva" e até 0,30% para o azeite refinado. O mesmo texto define "azeite de oliva" como a mistura de azeite refinado com virgem ou extravirgem. Li a norma numa base de legislação privada (LegisWeb), não no Diário Oficial, e NÃO VERIFIQUEI alterações posteriores. A busca por "frio" no texto não achou regra para "prensado a frio".
  • Brasil, suplemento alimentar: a IN 28/2018 consolidada, até a IN 470, de 16 de setembro de 2026, lista o azeite de oliva (Olea europaea) entre os lipídios autorizados. A oleuropeína foi incluída pela IN 418, de 18 de dezembro de 2025, tendo como fonte o extrato seco de folha de oliveira com pelo menos 40% de oleuropeína; o mínimo é 150 mg e o máximo, 161 mg por dia, para maiores de 19 anos. O hidroxitirosol e derivados têm mínimo de 5 mg e máximo de 35 mg (IN 304/2024), e os compostos fenólicos de extrato de polpa de oliva, máximo de 23,2 mg. Nenhum desses constituintes tem alegação aprovada sobre hormônio.
  • União Europeia: o Regulamento Delegado (UE) 2022/2104 fixa acidez de até 0,80% para o extravirgem e de até 0,30% para o refinado; restringe "primeira prensagem a frio" e "extração a frio" a óleo obtido abaixo de 27 °C; e só permite o ano da colheita se todo o conteúdo for de uma safra. O Regulamento (UE) 432/2012 aprova uma única alegação para polifenóis do azeite: proteção dos lipídios do sangue contra o estresse oxidativo, com pelo menos 5 mg de hidroxitirosol e derivados por 20 g de azeite.
  • Estados Unidos: NÃO VERIFIQUEI.
  • WADA: não se aplica.
Active ingredientSearch patternActive registrationsDeclared therapeutic classProducts
oleuropeínaoleurop0—nenhum produto
oliveiraolea europaea0—nenhum produto

What this survey did not do

  • Não li o artigo marroquino completo. O site da revista recusou o acesso; li o resumo. Por isso não sei quantos homens ficaram em cada óleo, quanto óleo tomaram, quem financiou e se houve perdas.
  • Não li os 157 resumos de "azeite e testosterona" um por um. A afirmação sobre ratos e veículo de injeção vem de triagem automática por palavra.
  • Li a norma brasileira do azeite fora do Diário Oficial e não conferi alterações posteriores a 2012.
  • Não conferi a situação nos Estados Unidos nem estudos de segurança do extrato de folha de oliveira.
  • Não avaliei os ensaios de azeite em doença cardiovascular, que são muitos e não são alegação do vídeo.

References

  1. Derouiche A, Jafri A, Driouch I, et al. Effect of argan and olive oil consumption on the hormonal profile of androgens among healthy adult Moroccan men. Nat Prod Commun. 2013;8(1):51-3. PMID 23472458 — o estudo do vídeo: 60 homens, 3 semanas, +17,4% sem grupo controle paralelo.
  2. Oi-Kano Y, Kawada T, Watanabe T, et al. Oleuropein supplementation increases urinary noradrenaline and testicular testosterone levels and decreases plasma corticosterone level in rats fed high-protein diet. J Nutr Biochem. 2013;24(5):887-93. PMID 22901687 — o efeito da oleuropeína no testículo, em ratos.
  3. Whittaker J, Wu K. Low-fat diets and testosterone in men: Systematic review and meta-analysis of intervention studies. J Steroid Biochem Mol Biol. 2021;210:105878. PMID 33741447 — dieta pobre em gordura e testosterona menor.
  4. Soltani S, Hejazi M, Meshkini F, et al. The Effect of Low-Fat Diets Versus High-Fat Diet on Sex Hormones: A Systematic Review and Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials. J Food Sci. 2025;90(5):e70266. PMID 40387562 — sem diferença em hormônios sexuais, certeza baixa.
  5. Colquhoun DM, Hicks BJ, Reed AW. Phenolic content of olive oil is reduced in extraction and refining. Asia Pac J Clin Nutr. 1996;5(2):105-7. PMID 24394520 — o refino reduz os polifenóis.
  6. Gargouri B, Zribi A, Bouaziz M. Effect of containers on the quality of Chemlali olive oil during storage. J Food Sci Technol. 2015;52(4):1948-59. PMID 25829575 — vidro escuro e lata conservam melhor.
  7. Omar SH. Oleuropein in olive and its pharmacological effects. Sci Pharm. 2010;78(2):133-54. PMID 21179340 — onde está a oleuropeína na oliveira e no azeite.
  8. Instrução Normativa MAPA nº 1, de 30 de janeiro de 2012 — Regulamento Técnico do Azeite de Oliva e do Óleo de Bagaço de Oliva (texto lido no LegisWeb): acidez de até 0,80% no extravirgem e 0,30% no refinado.
  9. Regulamento Delegado (UE) 2022/2104, no EUR-Lex — acidez das categorias de azeite, termos "a frio" e ano da colheita.
  10. Regulamento (UE) nº 432/2012, no EUR-Lex — a alegação de saúde dos polifenóis do azeite e sua condição de uso.
  11. PubMed E-utilities (esearch) — the basis for all article counts on this page.
  12. Public ClinicalTrials.gov API, version 2 — the source for all the study and phase 3 counts on this page.

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