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Protocolos
Compostos › Verificado em fonte primária

Bulbine natalensis (Bulbine latifolia)

O "+346% de testosterona" vem de ratos, e as mesmas doses que subiram o hormônio alteraram fígado e rim. Em homens, não há um único estudo de eficácia publicado.

Não aprovadoVerificado em fonte primária
Ilustração gerada por IA. Não é dado, nem imagem de estudo.

Material experimental. Leia antes de usar qualquer coisa daqui.

Nada nesta página é recomendação médica, prescrição ou plano de tratamento. É uma tradução organizada de protocolos que circulam em comunidades de pesquisa e, quando existe, do que ensaios publicados testaram. As duas coisas estão marcadas de forma diferente — e não são equivalentes.

A maior parte dos compostos aqui não tem aprovação da ANVISA nem da FDA para uso humano. Vários são vendidos com rótulo de "uso exclusivo em pesquisa", o que significa que não passaram por controle de pureza, esterilidade ou dosagem para consumo por pessoas. Dose descrita por comunidade não é dose validada: é o que alguém relatou ter feito.

Converse com um profissional de saúde habilitado antes de considerar qualquer um destes compostos. Se você já usa algum e sentir algo fora do previsto, procure atendimento — não espere o próximo exame de rotina.

Atenção específica deste composto: A Bulbine natalensis não é constituinte autorizado de suplemento alimentar no Brasil e não tem medicamento registrado na ANVISA. Em ratos, as doses que aumentaram a testosterona também alteraram enzimas e tecido do fígado e do rim e pioraram o perfil de colesterol. Em laboratório, extratos da planta mexeram em enzimas que metabolizam remédios. Não existe "dose segura" estabelecida em humanos.

Resumo

A Bulbine natalensis é uma planta sul-africana vendida como reforço de testosterona. Toda a evidência de efeito vem de ratos, num grupo de pesquisa da África do Sul: 25 e 50 mg/kg por 7 a 14 dias subiram a testosterona, e 100 mg/kg a derrubou. As mesmas doses elevaram enzimas do fígado, alteraram a arquitetura do fígado e do rim, baixaram o HDL e pioraram o índice aterogênico. Em humanos, o PubMed não tem nenhum ensaio; o único dado que localizei é um resumo de congresso de 28 dias, sobre segurança, apoiado por empresa do setor. A planta não é constituinte autorizado de suplemento no Brasil.

Por que esta página existe

A Bulbine natalensis aparece descrita num vídeo curto sobre saúde masculina que vi publicado na internet, como uma planta que aumentaria a testosterona em 346%. O próprio vídeo reconhece duas coisas: o número vem de estudo "antes de testar em gente", e "estudos demonstraram" dano ao fígado. A solução proposta é uma "dose segura" e "validada", combinada com um "protetor" hepático não nomeado, em fórmula de farmácia de manipulação, com o argumento de que a cápsula genérica traria "o risco inteiro" e "o benefício pela metade".

Este é um texto curto porque a evidência é curta. Separei 7 alegações verificáveis do vídeo e procurei cada estudo. Nenhum número desta página veio da fonte secundária do site.

A Bulbine natalensis, hoje classificada como Bulbine latifolia, é uma planta da família Asphodelaceae, usada na medicina tradicional sul-africana em feridas e como afrodisíaco. Segundo os estudos de química da Universidade do Mississippi (Bae 2019; Avula 2021), o caule e a raiz são ricos em antraquinonas, entre elas as knipholonas.

Quanta evidência existe, de verdade

Os números abaixo foram levantados por mim em 16 de outubro de 2026, no PubMed e no ClinicalTrials.gov. A consulta de cada linha está ao lado do número, para qualquer pessoa repetir e me contradizer.

BaseConsultaResultado
PubMedBulbine[Title/Abstract]46 artigos
PubMed"Bulbine natalensis"18 artigos
PubMed("Bulbine natalensis") AND (testosterone)4 artigos
PubMed("Bulbine natalensis") AND (liver OR kidney OR hepatotoxicity OR nephrotoxicity OR toxicity OR toxicological)5 artigos
PubMed("Bulbine natalensis") AND (humans[MeSH Terms])6 artigos
PubMed("Bulbine natalensis") AND (Clinical Trial[Publication Type] OR Randomized Controlled Trial[Publication Type])0 artigos
PubMed("Bulbine natalensis") AND (CYP OR cytochrome OR "herb-drug")2 artigos
ClinicalTrials.govintervenção: bulbine0 estudos registrados

Leitura honesta desses números

  • Zero ensaio clínico e zero registro. Nenhum estudo de Bulbine em pessoas está indexado no PubMed ou registrado no ClinicalTrials.gov.
  • Os 6 artigos marcados com "humanos" não testam a planta em pessoas. São estudos com células humanas em cultura (fígado, leucemia), química de suplementos e revisões.
  • Os 4 artigos sobre testosterona: 3 em ratos, do mesmo grupo de pesquisa, e 1 de interação com enzimas em células.
  • Dos 46 artigos com "Bulbine" no título ou resumo, a maioria é de outras espécies do gênero, de cicatrização de feridas, química e etnobotânica.
  • Contagem de artigo mede atenção acadêmica, não evidência de desfecho.

Os estudos que existem

Segundo o PubMed, estes são os trabalhos concretos por trás do que se diz sobre a Bulbine. Todos os de efeito hormonal são em ratos e do mesmo grupo, de Yakubu e Afolayan, da Universidade de Fort Hare.

EstudoNContextoO que relatouRessalva
Yakubu e Afolayan, 2009
Int J Androl 32(6):629-36 · PMID 18710410
ratosExtrato aquoso do caule, 25, 50 e 100 mg/kg, 7 diasCom 25 e 50 mg/kg, mais montas, ejaculações, testosterona e LH; com 100 mg/kg, padrão "contrastante"Estudo em animal
Yakubu e Afolayan, 2010
Pharm Biol 48(5):568-76 · PMID 20645801
60 ratos25, 50 e 100 mg/kg, 14 diasTestosterona no sangue e no testículo subiu; o maior efeito foi com 50 mg/kgEstudo em animal; o resumo não traz o "346%"
Yakubu e Afolayan, 2009
Theriogenology 72(3):322-32 · PMID 19410284
ratos e ratas25, 50 e 100 mg/kgCom 100 mg/kg, testosterona e progesterona caíram nos machos; nas fêmeas, mais reabsorção de embriões nessa doseEstudo em animal
Afolayan e Yakubu, 2009
J Med Food 12(4):814-20 · PMID 19735182
ratos25, 50 e 100 mg/kg, 14 diasSubiram ALT, AST, fosfatase alcalina, GGT e bilirrubina; distorções na arquitetura do fígado e dos túbulos do rim; os autores concluem que o extrato "não é completamente seguro"Estudo em animal; mesmas doses que subiram a testosterona
Yakubu e Afolayan, 2009
Indian J Exp Biol 47(4):283-8 · PMID 19382725
ratos25, 50 e 100 mg/kg, 14 diasColesterol e triglicerídeos subiram, HDL caiu, índice aterogênico subiu; glóbulos brancos alteradosEstudo em animal
Husain et al., 2021
Phytomedicine 81:153416 · PMID 33321412
célulasCélulas de fígado humano em culturaO extrato ativou o receptor PXR e aumentou as enzimas CYP3A4 e CYP2C9; também inibiu a CYP2C9In vitro; relevância clínica não testada
Husain et al., 2022
Planta Med 88(12):975-984 · PMID 34359083
célulasCélulas humanas em culturaAumento de CYP2B6, CYP1A2 e da bomba P-gpIn vitro
Hofheins et al., 2012 (resumo de congresso)
J Int Soc Sports Nutr 9(Suppl 1):P33 · doi:10.1186/1550-2783-9-S1-P33
36Homens saudáveis; 325 mg 2×/dia de um extrato comercial ou placebo, 28 dias, duplo-cegoEm 27 de 29 exames, sem diferença; fosfatase alcalina +3% contra −3,8% no placebo (p < 0,04); creatinina −7,4% (p < 0,003); autores julgam irrelevante clinicamentePôster, não artigo revisado; mediu só segurança; apoiado por uma empresa de nutrição esportiva; não está indexado no PubMed

Doses usadas em estudos publicados

Isto não é recomendação de dose: é o registro do que foi administrado em estudos publicados, com a finalidade de cada um. Fora do contexto do estudo, esses números não se transferem — muito menos de rato para gente.

EstudoDoseDuraçãoFinalidade do estudo
Yakubu e Afolayan, 2009 e 2010 (ratos)25, 50 e 100 mg/kg de extrato aquoso do caule7 a 14 diasComportamento sexual, hormônios, fígado, rim e sangue
Hofheins et al., 2012 (humanos, pôster)325 mg 2×/dia de um extrato comercial28 diasSegurança de curto prazo

Não há estudo de eficácia em humanos, e portanto não há dose "validada" para nada.

Das 7 alegações conferidas, 2 se sustentam: a de que o estudo é pré-clínico e a de que há dano ao fígado em animais

Cada linha é uma alegação como ela circula, sem o nome de quem a fez. O veredito usa seis rótulos: confirmado, parcialmente, não sustentado, sem estudo em humanos, estudo em animal ou in vitro e número não encontrado na fonte citada.

O que se dizO que os estudos mostramVeredito
Testosterona +346%Os estudos em ratos acham alta de testosterona com 25 e 50 mg/kg; o "346%" não está nos resumos; aparece numa compilação secundária atribuído à dose de 50 mg/kg em ratos. NÃO VERIFIQUEI no texto completoEstudo em animal ou in vitro
O número vem de estudo pré-clínico, "antes de testar em gente"Correto: todos os estudos de efeito hormonal são em ratosConfirmado
A Bulbine aumenta a testosterona em homensNenhum estudo de eficácia em humanos no PubMed nem no ClinicalTrials.govSem estudo em humanos
"Estudos demonstraram" dano ao fígadoEm ratos, enzimas do fígado subiram e a arquitetura do fígado e do rim se alterou com as mesmas doses que subiram a testosterona; em 36 homens por 28 dias, um pôster não viu alteração relevanteConfirmado (em ratos)
Existe uma "dose segura" e "validada"Não há estudo de eficácia nem de dose em humanos; em ratos, a toxicidade apareceu já nas doses "eficazes", e a dose maior teve efeito opostoNão sustentado
Um "protetor" hepático junto reduz o riscoO protetor não foi nomeado; não localizei estudo de Bulbine com nenhum hepatoprotetorNão sustentado
Vende-se em farmácia de manipulação e "não é remédio controlado"; a cápsula genérica traz "o risco inteiro" com "o benefício pela metade"Não há medicamento registrado nem autorização como suplemento no Brasil; não localizei estudo comparando produtos; NÃO VERIFIQUEI a situação da planta na manipulação magistral nem nas listas de substâncias controladasParcialmente

Placar: 2 confirmadas, 1 parcialmente, 2 não sustentadas, 1 sem estudo em humanos e 1 com estudo só em animal ou in vitro.

O mesmo grupo achou o efeito e a toxicidade, na mesma dose

O ponto que decide esta página é este: os estudos que deram fama à planta e os que mostraram dano são do mesmo grupo, com o mesmo extrato e as mesmas doses. Em 14 dias, 50 mg/kg foi a dose de maior efeito sobre a testosterona dos ratos (Yakubu 2010) e também uma das doses que subiram as enzimas do fígado, distorceram o tecido do fígado e do rim (Afolayan 2009) e pioraram o colesterol (Yakubu 2009). Com 100 mg/kg, a testosterona caiu e a reabsorção de embriões em ratas subiu (Yakubu 2009, Theriogenology). Não há janela de dose em que o efeito apareça sem o sinal de toxicidade.

Converter mg/kg de rato em dose humana exige cálculo de equivalência que nenhum desses estudos faz e que eu não faço aqui.

Segurança e quem não deve usar

  • Fígado e rim: sinal de toxicidade em ratos em 14 dias (Afolayan 2009). Em humanos, só o pôster de 28 dias, sem alteração clinicamente relevante segundo os autores, apoiado pela indústria.
  • Colesterol: em ratos, HDL menor e índice aterogênico maior (Yakubu 2009).
  • Interações: em células de fígado humano, o extrato ativou o receptor PXR e aumentou as enzimas CYP3A4, CYP2C9, CYP1A2 e CYP2B6, que metabolizam boa parte dos remédios; também inibiu algumas delas (Husain 2021 e 2022). Os autores alertam para risco de interação, ainda sem confirmação clínica.
  • Gravidez: em ratas, a dose de 100 mg/kg aumentou a reabsorção de embriões.
  • Quem não deve usar sem médico, por inferência minha a partir dos dados acima, já que não há bula: quem tem doença do fígado ou do rim, colesterol alterado, usa remédio de uso contínuo, está grávida ou tenta engravidar.

Status regulatório

  • Brasil, suplemento alimentar: Bulbine natalensis não consta do Anexo I da IN 28/2018, a lista de constituintes autorizados, na versão consolidada com alterações até a IN 470, de 16 de setembro de 2026. Pela RDC 243/2018 (art. 4º), suplemento só pode conter os constituintes dessa lista.
  • Brasil, medicamento: nenhum registro, ativo ou inativo, no dado aberto da ANVISA (tabela abaixo). A planta não aparece nos anexos de proibição e restrição de fitoterápicos da IN 410/2025 nem na lista de registro simplificado da IN 412/2025.
  • Brasil, manipulação: NÃO VERIFIQUEI se a planta pode ser manipulada em farmácia, nem se aparece em lista de substâncias controladas.
  • Estados Unidos e União Europeia: NÃO VERIFIQUEI.
  • WADA: a Bulbine não aparece nominalmente na Lista Proibida de 2026.

No Brasil, busquei no dado aberto de medicamentos registrados da ANVISA, no princípio ativo e no nome do produto, sem acento e sem diferença de caixa.

Princípio ativoPadrão buscadoRegistros ativosClasse terapêutica declaradaProdutos
Bulbine natalensisbulbin0—nenhum registro, nem inativo

O que este levantamento não fez

  • Li resumos, não os artigos inteiros. O "+346%" não está nos resumos e não conferi o texto completo do estudo de 2010.
  • Não localizei estudo de eficácia em humanos, nem fora do PubMed.
  • Não verifiquei a situação da planta na manipulação magistral brasileira, em listas de substâncias controladas, nos Estados Unidos e na União Europeia.
  • Não fiz conversão de dose de rato para humano.

Referências

Esta página não veio da fonte secundária. Cada número desta página foi levantado por mim em 7 de outubro de 2026 no PubMed, no PMC, no ClinicalTrials.gov, no texto consolidado da IN 28/2018 e da RDC 243/2018 e nas IN 410/2025 e 412/2025 da ANVISA, no dado aberto de medicamentos da ANVISA e na Lista Proibida da WADA de 2026, e a consulta usada está declarada acima. Li resumos, não os artigos inteiros. As contagens das tabelas com consulta, no PubMed e no ClinicalTrials.gov, foram refeitas por mim em 16 de outubro de 2026.
  1. Yakubu MT, Afolayan AJ. Effect of aqueous extract of Bulbine natalensis (Baker) stem on the sexual behaviour of male rats. Int J Androl. 2009;32(6):629-36. PMID 18710410 — efeito sexual em ratos e inversão com 100 mg/kg.
  2. Yakubu MT, Afolayan AJ. Anabolic and androgenic activities of Bulbine natalensis stem in male Wistar rats. Pharm Biol. 2010;48(5):568-76. PMID 20645801 — a testosterona dos ratos, maior com 50 mg/kg.
  3. Yakubu MT, Afolayan AJ. Reproductive toxicologic evaluations of Bulbine natalensis Baker stem extract in albino rats. Theriogenology. 2009;72(3):322-32. PMID 19410284 — queda de testosterona e reabsorção de embriões com 100 mg/kg.
  4. Afolayan AJ, Yakubu MT. Effect of Bulbine natalensis Baker stem extract on the functional indices and histology of the liver and kidney of male Wistar rats. J Med Food. 2009;12(4):814-20. PMID 19735182 — toxicidade em fígado e rim nas mesmas doses.
  5. Yakubu MT, Afolayan AJ. Effect of aqueous extract of Bulbine natalensis Baker stem on haematological and serum lipid profile of male Wistar rats. Indian J Exp Biol. 2009;47(4):283-8. PMID 19382725 — HDL menor e índice aterogênico maior.
  6. Husain I, Manda V, Alhusban M, et al. Modulation of CYP3A4 and CYP2C9 activity by Bulbine natalensis and its constituents: An assessment of HDI risk of B. natalensis containing supplements. Phytomedicine. 2021;81:153416. PMID 33321412 — risco de interação com remédios, em células.
  7. Husain I, Dale OR, Manda V, et al. Bulbine natalensis (currently Bulbine latifolia) and select bulbine knipholones modulate the activity of AhR, CYP1A2, CYP2B6, and P-gp. Planta Med. 2022;88(12):975-984. PMID 34359083 — mais enzimas afetadas; nome botânico atual.
  8. Bae JY, Ali Z, Wang YH, et al. Anthraquinone-Based Specialized Metabolites from Rhizomes of Bulbine natalensis. J Nat Prod. 2019;82(7):1893-1901. PMID 31287681 — a química das antraquinonas.
  9. Avula B, Bae JY, Wang YH, et al. Chemical Profiling and Characterization of Anthraquinones from Two Bulbine Species and Dietary Supplements Using Liquid Chromatography-High Resolution Mass Spectrometry. J AOAC Int. 2021;104(5):1394-1407. PMID 34043766 — 55 antraquinonas em plantas e suplementos.
  10. Hofheins JE, Habowski SM, Ziegenfuss TN, Lopez HL. Short term safety of bulbine natalensis supplementation in healthy men. J Int Soc Sports Nutr. 2012;9(Suppl 1):P33. doi:10.1186/1550-2783-9-S1-P33 — o único dado humano: pôster de segurança, 36 homens, 28 dias, apoiado pela indústria; disponível no PMC (PMC3500755), sem PMID.
  11. Instrução Normativa nº 28, de 26 de julho de 2018, da ANVISA, texto consolidado no AnvisaLegis — lista de constituintes de suplemento, sem Bulbine.
  12. Resolução RDC nº 243, de 26 de julho de 2018, da ANVISA, texto consolidado no AnvisaLegis — o art. 4º restringe os constituintes de suplemento às listas da IN 28/2018.
  13. Instrução Normativa nº 410, de 17 de dezembro de 2025, da ANVISA, no AnvisaLegis — proibições e restrições em fitoterápicos, sem Bulbine.
  14. Dado aberto de medicamentos registrados da ANVISA — a mesma base usada na página O que existe no Brasil.
  15. Lista Proibida da WADA de 2026 (cópia mantida pela Universidade do Esporte de Colônia) — a Bulbine não aparece nominalmente.
  16. E-utilities do PubMed (esearch) — a base de todas as contagens de artigo desta página.
  17. API pública do ClinicalTrials.gov, versão 2 — a base de todas as contagens de estudo desta página.

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