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Ultraprocessados, açúcar e álcool (dieta e testosterona)

O álcool frequente baixa a testosterona em meta-análise; o "40% de queda" da toxina intestinal é de outro estudo; e não há ensaio que teste "zerar" açúcar para subir hormônio.

未承認一次資料で検証済み
AI生成のイラストです。データでも、研究の画像でもありません。

実験的資料。ここにあるものを使う前に読んでください。

このページにあるものは何一つ、医学的な推奨、処方、治療計画ではありません。 研究コミュニティに流通しているプロトコルと、存在する場合には公表された試験が検証した内容を、整理して翻訳したものです。この二つは異なる形で標示されており — 同等ではありません。

ここにある化合物の大部分はヒトへの使用についてFDAの承認を得ていません。多くは「研究用途限定」のラベルで販売されており、これは人が摂取するための純度、無菌性、含量の管理を経ていないことを意味します。コミュニティが記述する用量は検証された用量ではありません。誰かがそうしたと報告したものにすぎません。

これらの化合物のいずれかを検討する前に、資格を持つ医療専門家に相談してください。すでに使用していて予期しないことを感じたら、受診してください — 次の定期検査を待たないでください。

Atenção específica deste composto: Esta página trata de alimentação e bebida, não de suplemento. Cortar álcool e ultraprocessados não é tratamento de hipogonadismo, e "dominância estrogênica" não é diagnóstico que um exame de rotina dê em homem. Quem bebe muito e para de repente pode ter abstinência grave e precisa de acompanhamento. Queixa de libido, ereção ou testosterona baixa pede avaliação médica.

概要

Os vídeos juntam açúcar, ultraprocessados e álcool numa só causa de "estrogênio bloqueando a testosterona". Separados, os dados são outros. O álcool consumido com frequência baixou a testosterona total e subiu o estradiol numa meta-análise de 21 estudos. Uma dose de 75 g de glicose baixou a testosterona em 25%, e ela seguia baixa duas horas depois. Num ensaio cruzado com 43 jovens, a dieta de ultraprocessados aumentou o peso e baixou o FSH. A "toxina que vaza do intestino" baixou a testosterona por horas num experimento, e o número de 40% vem de outro estudo. Perder peso subiu a testosterona em meta-análise; "zerar" nunca foi testado.

このページが存在する理由

A dieta industrializada aparece descrita em vídeos curtos sobre saúde masculina que vi publicados na internet, como a causa de uma testosterona que "ainda está no corpo, bloqueada por estrogênio". O roteiro tem duas versões. Na primeira, açúcar, ultraprocessados e álcool "travam" o fígado, que deveria eliminar o estrogênio; uma enzima do intestino, a beta-glucuronidase, "reinjeta" no sangue o estrogênio que o fígado já tinha descartado, o que estaria "confirmado em humanos" num artigo de 2006; e "60% dos homens acima de 40 anos" teriam "dominância estrogênica comprovada por exame", segundo uma revista de 2024. Na segunda, bactérias mortas "vazam" do intestino para o sangue e "desligam" a célula que fabrica testosterona, com "40% de queda" medidos numa revista de fisiologia de 2017; a indústria saberia desde 2007 que essa dieta "multiplica a bactéria duas a três vezes". A saída seria cortar esses alimentos, "zerar" o açúcar, e usar "dois compostos do brócolis" ou um protocolo "que sela o vazamento", que não são nomeados.

Esta página trata de hábito, não de algo que se toma. Como na página sobre plásticos (ver a página bpa-ftalatos-plasticos), a tabela de doses deu lugar às exposições usadas nos estudos. A cronologia de "30 dias sem açúcar" tem página própria (ver a página zerar-acucar-30-dias), e os compostos do brócolis também (ver a página compostos-do-brocolis-estrogenio).

Levantei as alegações de 3 vídeos curtos e conferi 18 delas. Nenhum número desta página veio da fonte secundária do site.

Este site trata de assunto vizinho também em Álcool e esteatose, Zerar o açúcar por 30 dias (a cronologia dos vídeos) e Farinha de arroz no shake (carboidrato pós-treino).

Três coisas diferentes

  • Álcool. É a única das três com meta-análise de ensaios controlados sobre testosterona em homens: o consumo crônico baixou a testosterona total e subiu o estradiol (Santi 2024). O efeito do álcool no fígado tem página própria no site (ver a página proprio_alcool_esteatose).
  • Açúcar. Uma dose de glicose baixa a testosterona, que segue baixa duas horas depois (Caronia 2013). O consumo habitual de bebida açucarada não se associou à testosterona em jovens (Kiwitt-Cárdenas 2022).
  • Ultraprocessados. O Guia Alimentar do Ministério da Saúde recomenda evitá-los, pela composição e porque tendem a ser consumidos em excesso. Em homens, há um ensaio controlado com desfecho reprodutivo, de 2025 (Preston 2025).

O que liga as três à testosterona, nos estudos, é sobretudo o peso: gordura corporal maior anda com testosterona menor, e perder peso a sobe (Corona 2013).

O estrogênio "reciclado" no intestino: o mecanismo existe, a escala não

O fígado conjuga o estrogênio para que ele seja eliminado pela bile, e bactérias do intestino com a enzima beta-glucuronidase podem desfazer essa conjugação e devolver parte do estrogênio à circulação. Esse conjunto de bactérias é chamado de "estroboloma". Num estudo com 51 pessoas, sendo 25 homens, a riqueza da microbiota fecal se associou fortemente ao estrogênio na urina de homens e mulheres na pós-menopausa, e a atividade fecal da beta-glucuronidase se correlacionou com a estrona urinária (R = 0,36; p = 0,04); com o estrogênio total nas fezes, a correlação foi inversa (Flores 2012). É uma associação medida num momento, num grupo pequeno.

O artigo de 2006 citado pelos vídeos não foi localizado com esse conteúdo. Na revista indicada, em 2006, os artigos sobre estrogênio tratam de isoflavona, de genisteína e de um estudo em células de câncer de mama sobre indol-3-carbinol, um composto do brócolis (Wang 2006); nenhum mede beta-glucuronidase em gente.

"Dominância estrogênica" não é um diagnóstico usado em homens. A expressão, entre aspas e cruzada com homens, devolve 4 artigos no PubMed. A busca na revista citada, em 2024, por estradiol ou estrogênio devolve 3 artigos: câncer de mama masculino, uma planta e hormônios de homens diabéticos; nenhum traz o "60%".

A "toxina que vaza": o experimento existe, o número de 40% não é dele

A ideia tem nome e autor. Em 2016, um pesquisador australiano propôs a teoria de que a endotoxina, um pedaço da parede de bactérias do intestino, passa para o sangue em homens obesos, causa inflamação e reduz a testosterona; ele a chamou de GELDING, sigla em inglês para "endotoxina intestinal levando a declínio da função gonadal" (Tremellen 2016). É uma hipótese.

Os testes vieram depois. Em 50 homens, a gordura corporal se correlacionou com um marcador de endotoxina no sangue, e esse marcador se correlacionou inversamente com a testosterona (Tremellen 2017). No estudo seguinte, publicado em 2018 na revista de fisiologia americana (o vídeo diz 2017; o identificador do artigo é de 2017), a mesma correlação apareceu em 75 homens, e uma dose baixa de endotoxina injetada em homens magros (0,8 ng/kg; 17 receberam endotoxina e 16 placebo) produziu inflamação seguida de queda da testosterona, com diferença entre os grupos em 6 horas e volta ao valor inicial em 24 horas, sem mudança de LH e FSH (Tremellen 2018). O "40%" não é resultado desse experimento: na discussão do artigo, ele aparece citado de outro estudo, sobre a administração de interleucina-6.

O "2 a 3 vezes desde 2007" também existe, mas em camundongos e em sangue. Em 2007, um grupo belga e francês mostrou que 4 semanas de dieta rica em gordura aumentaram duas a três vezes a endotoxina no plasma de camundongos e a proporção de bactérias que a contêm, e chamou isso de "endotoxemia metabólica" (Cani 2007). É pesquisa acadêmica com animal, não documento da indústria de alimentos.

実際にどれだけのエビデンスが存在するか

Os números abaixo foram levantados por mim em 16 de outubro de 2026, no PubMed e no ClinicalTrials.gov. A consulta de cada linha está ao lado do número, para qualquer pessoa repetir e me contradizer.

根拠検索式結果
PubMed(ultra-processed OR ultraprocessed) AND (testosterone OR sperm OR semen)論文17件
PubMed("Dietary Sugars"[MeSH Terms] OR sugar-sweetened beverages OR added sugar) AND (testosterone)55 artigos
PubMed(alcohol drinking OR ethanol OR alcohol consumption) AND (testosterone) AND (men OR male) AND (humans[MeSH Terms])587 artigos
PubMed(alcohol drinking OR ethanol OR alcohol consumption) AND (testosterone) AND (Meta-Analysis[Publication Type])8 artigos
PubMed(endotoxin OR lipopolysaccharide OR endotoxemia) AND (testosterone) AND (humans[MeSH Terms])99 artigos
PubMed(estrobolome OR (beta-glucuronidase AND estrogen))695 artigos
PubMed"estrogen dominance" AND (men OR male)論文4件
PubMed(weight loss) AND (testosterone) AND (men OR male) AND (Randomized Controlled Trial[Publication Type])86 artigos
ClinicalTrials.govtermo livre (query.term): ultra-processed AND (testosterone OR sperm)9 estudos registrados

この数字についての率直な読み方

  • Só um registro testa dieta ultraprocessada contra esperma. Dos 9 registros da busca, o único que compara dietas é o ensaio dinamarquês de 2025 (registro NCT05368194); os outros casaram por acaso com palavras como "ultra-raro" ou tratam de outras doenças. Registro não é resultado.
  • A busca do açúcar mistura dieta com diabetes. Muitos dos 55 artigos tratam de homens diabéticos ou de teste de glicose, não de consumo habitual de açúcar.
  • "Dominância estrogênica" quase não existe na literatura sobre homens. Quatro artigos, contra 695 sobre a enzima intestinal e o estrogênio, a maioria em mulheres e em câncer de mama.
  • A meta-análise do álcool reúne ensaios controlados, mas curtos. Os efeitos aparecem em homens saudáveis com consumo crônico, não após uma dose, como os próprios autores escrevem.
  • Contagem de artigo mede atenção acadêmica, não evidência de desfecho.

Os estudos que sustentam (ou não) as alegações

Segundo o PubMed, estes são os trabalhos concretos por trás do que se diz sobre dieta industrializada, açúcar, álcool e testosterona.

研究N背景報告された内容注意点
Santi et al., 2024
Andrology 12(4):768-780 · PMID 37705506
21 estudos, 30 ensaios, 10.199 participantesMeta-análise de ensaios controlados: álcool contra placebo ou bebida sem álcoolTestosterona total MD −4,02 (IC −6,30 a −1,73); livre −0,17; SHBG −1,94; estradiol +7,65 (IC 1,06–14,23); LH sem efeitoEfeito só no consumo crônico de homens saudáveis; não após dose aguda nem no transtorno por uso de álcool
Sierksma et al., 2004
Alcohol Clin Exp Res 28(5):780-5 · PMID 15166654
10 homens e 9 mulheresRandomizado, cruzado, dieta controlada: cerveja com 40 g de álcool por dia contra cerveja sem álcoolTestosterona −6,8% nos homens (IC −1,0 a −12,5); estradiol sem mudançaMuito pequeno; 3 semanas
Caronia et al., 2013
Clin Endocrinol (Oxf) 78(2):291-6 · PMID 22804876
74 homens75 g de glicose por via oralTestosterona média −25% (13,7 contra 16,5 nM aos 120 min, como o resumo escreve); 10 de 66 com valor normal caíram para a faixa de hipogonadismoEfeito agudo; o recado dos autores é dosar testosterona em jejum
Kiwitt-Cárdenas et al., 2022
Rev Int Androl 20 Suppl 1:S39-S47 · PMID 35545500
209 jovensTransversal, Murcia, consumo de bebida açucaradaSem relação com testosterona; estradiol e morfologia normal um pouco maiores no quartil mais altoTransversal; questionário alimentar
Preston et al., 2025
Cell Metab 37(10):1950-1960.e2 · PMID 40882621
43 homens de 20 a 35 anos (registro)Randomizado, cruzado: dieta não processada contra ultraprocessada, com e sem 500 kcal a maisUltraprocessada: mais peso e mais LDL em relação ao HDL; FSH e GDF-15 menores; tendência de pior motilidade; mais um metabólito de ftalato no sangueO resumo não relata a testosterona, que era desfecho secundário registrado
Tremellen et al., 2018
Am J Physiol Endocrinol Metab 314(3):E206-E213 · PMID 29183872
75 homens; 17 contra 16 no experimentoCorrelação e endotoxina injetada (0,8 ng/kg)Marcador de endotoxina inversamente correlacionado com testosterona; queda transitória de testosterona com diferença em 6 h e volta ao basal em 24 hO "40%" do vídeo não é deste experimento
Tremellen et al., 2017
Basic Clin Androl 27:5 · PMID 28286655
50 homensCorrelação entre gordura, endotoxina, inflamação e hormôniosTestosterona inversamente correlacionada com IL-6 (r = −0,516) e com o marcador de endotoxina após ajuste por LHTransversal
Tremellen, 2016
Basic Clin Androl 26:7 · PMID 27340554
—A teoria GELDINGPropõe a endotoxina intestinal como causa do hipogonadismo do obesoHipótese, não estudo
Cani et al., 2007
Diabetes 56(7):1761-72 · PMID 17456850
camundongosDieta rica em gordura por 4 semanasEndotoxina no plasma 2 a 3 vezes maior; mais bactérias que a contêmAnimal; não mede testosterona
Flores et al., 2012
J Transl Med 10:253 · PMID 23259758
51 (25 homens)Microbiota fecal e estrogênio na urinaRiqueza da microbiota associada ao estrogênio urinário em homens e mulheres na pós-menopausa; beta-glucuronidase fecal correlacionada com a estrona urinária (R = 0,36)Pequeno; associação
Corona et al., 2013
Eur J Endocrinol 168(6):829-43 · PMID 23482592
24 estudosMeta-análise de perda de peso por dieta ou cirurgiaTestosterona total subiu 2,87 (IC 1,68–4,07) com dieta de poucas calorias e 8,73 (IC 6,51–10,95) com cirurgia bariátrica; estradiol caiuO resumo não informa a unidade; o ganho foi maior em quem perdeu mais peso

Exposições usadas nos estudos

Isto não é recomendação: é o registro do que foi consumido ou administrado em estudos publicados, em quem e por quanto tempo.

研究Exposição期間Em quemO que o estudo queria medir
Caronia et al., 201375 g de glicose por via oral, uma vez2 horas de coleta74 homens de 19 a 74 anosTestosterona depois da glicose
Sierksma et al., 200440 g de álcool por dia, em cerveja, no jantar3週間10 homens de meia-idadeHormônios sexuais
Preston et al., 2025Dieta ultraprocessada contra não processada, com e sem 500 kcal extras por diaAvaliações de 3 semanas no registro43 homens jovensEsperma, metabolismo e hormônios
Tremellen et al., 2018Endotoxina injetada, 0,8 ng/kgColetas até 24 hHomens magrosInflamação e testosterona
Cani et al., 2007Dieta rica em gordura4週間CamundongosEndotoxina e metabolismo
Corona et al., 2013Dieta de poucas calorias ou cirurgia bariátricaVariadaHomens com obesidadeTestosterona após perda de peso

"Zerar" ou reduzir?

Os vídeos falam em zerar o açúcar, os ultraprocessados e o álcool. Não localizei ensaio que tenha testado eliminação total de qualquer um deles com testosterona como desfecho. O que existe:

  • Perder peso sobe a testosterona total, mais quanto mais peso se perde (Corona 2013). Comer menos ultraprocessados ajuda a não ganhar peso: no ensaio de 2025, a dieta ultraprocessada aumentou o peso mesmo com as mesmas calorias (Preston 2025).
  • O álcool crônico baixa a testosterona em homens saudáveis (Santi 2024). Não achei ensaio de parar de beber com testosterona medida depois.
  • A glicose baixa a testosterona, ao menos nas duas horas seguintes, e o hábito de bebida açucarada não se associou à testosterona num estudo com jovens (Caronia 2013; Kiwitt-Cárdenas 2022). A cronologia prometida para 30 dias sem açúcar é examinada em outra página (ver a página zerar-acucar-30-dias).

Das 18 alegações conferidas, só 1 se confirma: a do álcool

Cada linha é uma alegação como ela circula, sem o nome de quem a fez. O veredito usa os rótulos confirmado, parcialmente, não sustentado, sem estudo em humanos, estudo em animal ou in vitro e número não encontrado na fonte citada.

O que se dizO que os estudos mostram結論
A testosterona perdida "ainda está no corpo, bloqueada por estrogênio"Não localizei estudo que descreva testosterona "bloqueada" por estrogênio; o que se mede é testosterona total e livreNão sustentado
60% dos homens acima de 40 anos têm "dominância estrogênica comprovada por exame" (revista de saúde masculina, 2024)Os 3 artigos da revista em 2024 sobre estradiol ou estrogênio não trazem esse número; o termo quase não aparece na literatura sobre homensNúmero não encontrado na fonte citada
Açúcar, ultraprocessados e álcool "travam" o fígado que elimina o estrogênioPara o álcool crônico, a meta-análise mostra estradiol mais alto e testosterona mais baixa (Santi 2024); para açúcar e ultraprocessados, não achei estudo de eliminação de estrogênio pelo fígadoParcialmente
A dieta moderna "foi montada" para isso; "não é descuido, é design"Nenhuma fonte citada e nenhuma localizadaNão sustentado
A beta-glucuronidase do intestino desfaz o trabalho do fígado e devolve o estrogênio ao sangueMecanismo descrito; num estudo com 25 homens e 7 mulheres na pós-menopausa, entre outros, a enzima fecal se correlacionou com a estrona urinária (Flores 2012)Parcialmente
Isso foi "confirmado em humanos" num artigo de 2006 de uma revista de bioquímica nutricionalOs artigos de 2006 da revista sobre estrogênio não tratam dessa enzima; o mais próximo é um estudo em células de câncer de mama com indol-3-carbinol (Wang 2006)Número não encontrado na fonte citada
Bactéria morta vaza do intestino para o sangue e desliga a produção de testosteronaEndotoxina injetada baixou a testosterona por algumas horas em homens magros; em homens obesos há correlação (Tremellen 2018)Parcialmente
A queda é de 40%, segundo uma revista de fisiologia de 2017O artigo existe, mas o 40% aparece na discussão citando outro estudo, sobre interleucina-6Número não encontrado na fonte citada
A toxina desliga a célula "sem reparo, sem aviso"A testosterona voltou ao valor inicial em 24 horas (Tremellen 2018)Não sustentado
Em 2007, uma pesquisa mostrou que essa dieta multiplica a bactéria 2 a 3 vezesDieta rica em gordura subiu 2 a 3 vezes a endotoxina no plasma de camundongos (Cani 2007)Estudo em animal ou in vitro
A indústria de alimentos sabia disso desde 2007O estudo de 2007 é acadêmico; não localizei documento da indústriaNão sustentado
"Em 2016, o estudo saiu com nome e tudo"Em 2016 saiu a teoria GELDING, uma hipótese, não um estudo com resultado (Tremellen 2016)Parcialmente
A indústria nunca financiou estudo para reverter o danoNenhuma fonte citada e nenhuma localizadaNão sustentado
Existe um protocolo que "sela o vazamento" e reativa a produçãoNão foi nomeado; não há o que conferirNão sustentado
O álcool reduz a testosteronaConsumo crônico em homens saudáveis: testosterona total −4,02 (Santi 2024); 40 g por dia por 3 semanas: −6,8% (Sierksma 2004)Confirmado
O açúcar reduz a testosterona75 g de glicose: −25%, ainda baixa aos 120 minutos (Caronia 2013); bebida açucarada habitual sem relação com testosterona em jovens (Kiwitt-Cárdenas 2022)Parcialmente
Ultraprocessados prejudicam a saúde reprodutivaEm 43 homens, mais peso, FSH menor e tendência de pior motilidade; testosterona não relatada no resumo (Preston 2025)Parcialmente
Cortar (ou "zerar") esses alimentos devolve a testosteronaPerder peso subiu a testosterona (Corona 2013); eliminação total nunca foi testadaParcialmente

Placar: 1 confirmada, 7 parcialmente, 6 não sustentadas, 1 com estudo só em animal ou in vitro e 3 com número não encontrado na fonte citada.

Quem tem mais motivo para mudar o hábito

  • Homens com obesidade e testosterona baixa. É onde a perda de peso mostrou ganho de testosterona (Corona 2013), e onde a hipótese da endotoxina foi estudada (Tremellen 2018).
  • Quem bebe todos os dias. O efeito do álcool apareceu no consumo crônico (Santi 2024). O fígado também sofre, como mostra a página do site sobre álcool e esteatose (ver a página proprio_alcool_esteatose). Quem bebe muito deve reduzir com orientação, pela abstinência.
  • Quem vai dosar testosterona. Depois de uma carga de açúcar, o valor pode cair nas horas seguintes; os autores do estudo da glicose recomendam repetir a dosagem em jejum (Caronia 2013).

規制上のステータス

  • Brasil, recomendação: o Guia Alimentar para a População Brasileira (Ministério da Saúde, 2ª edição, 2014) recomenda "evite alimentos ultraprocessados" e tem como regra de ouro preferir alimentos in natura ou minimamente processados e preparações culinárias.
  • Álcool: NÃO VERIFIQUEI limites ou recomendações oficiais de consumo de álcool para esta página.
  • WADA: não se aplica.

この調査が行わなかったこと

  • Li resumos, não os artigos inteiros, salvo a parte do artigo de 2018 sobre o experimento com endotoxina (na página aberta do PMC) e o registro do ensaio de 2025 no ClinicalTrials.gov.
  • Não verifiquei se a testosterona mudou no ensaio de ultraprocessados de 2025; o resumo não traz o dado e o texto completo não abriu.
  • Não localizei o artigo de 2006 "confirmado em humanos" nem a fonte do "60% de dominância estrogênica".
  • Não verifiquei as recomendações oficiais sobre álcool e o limite da OMS para açúcar livre.
  • Não avaliei probióticos, fibras ou "seladores de intestino": os vídeos não nomeiam o protocolo.
  • Não avaliei os compostos do brócolis, o DIM, a cerveja e o lúpulo, que têm páginas próprias (ver as páginas compostos-do-brocolis-estrogenio, dim-di-indolilmetano e cerveja-lupulo-fitoestrogeno).

参考文献

  1. Santi D, Cignarelli A, Baldi M, et al. The chronic alcohol consumption influences the gonadal axis in men: Results from a meta-analysis. Andrology. 2024;12(4):768-780. PMID 37705506 — álcool crônico baixa a testosterona e sobe o estradiol.
  2. Sierksma A, Sarkola T, Eriksson CJ, et al. Effect of moderate alcohol consumption on plasma dehydroepiandrosterone sulfate, testosterone, and estradiol levels in middle-aged men and postmenopausal women: a diet-controlled intervention study. Alcohol Clin Exp Res. 2004;28(5):780-5. PMID 15166654 — 40 g de álcool por dia: testosterona −6,8%.
  3. Caronia LM, Dwyer AA, Hayden D, et al. Abrupt decrease in serum testosterone levels after an oral glucose load in men: implications for screening for hypogonadism. Clin Endocrinol (Oxf). 2013;78(2):291-6. PMID 22804876 — glicose: testosterona −25%.
  4. Kiwitt-Cárdenas J, Arense-Gonzalo JJ, Mendiola-Olivares J, et al. Sugar-sweetened beverage intake in relation to reproductive parameters in young men. Rev Int Androl. 2022;20 Suppl 1:S39-S47. PMID 35545500 — bebida açucarada sem relação com testosterona.
  5. Preston JM, Iversen J, Hufnagel A, et al. Effect of ultra-processed food consumption on male reproductive and metabolic health. Cell Metab. 2025;37(10):1950-1960.e2. PMID 40882621 — o ensaio de dieta ultraprocessada em homens.
  6. Tremellen K, McPhee N, Pearce K, et al. Endotoxin-initiated inflammation reduces testosterone production in men of reproductive age. Am J Physiol Endocrinol Metab. 2018;314(3):E206-E213. PMID 29183872 — endotoxina e queda transitória de testosterona.
  7. Tremellen K, McPhee N, Pearce K. Metabolic endotoxaemia related inflammation is associated with hypogonadism in overweight men. Basic Clin Androl. 2017;27:5. PMID 28286655 — correlação em 50 homens.
  8. Tremellen K. Gut Endotoxin Leading to a Decline IN Gonadal function (GELDING) - a novel theory for the development of late onset hypogonadism in obese men. Basic Clin Androl. 2016;26:7. PMID 27340554 — a teoria de 2016.
  9. Cani PD, Amar J, Iglesias MA, et al. Metabolic endotoxemia initiates obesity and insulin resistance. Diabetes. 2007;56(7):1761-72. PMID 17456850 — endotoxina 2 a 3 vezes maior em camundongos.
  10. Flores R, Shi J, Fuhrman B, et al. Fecal microbial determinants of fecal and systemic estrogens and estrogen metabolites: a cross-sectional study. J Transl Med. 2012;10:253. PMID 23259758 — microbiota, beta-glucuronidase e estrogênio.
  11. Wang TT, Milner MJ, Milner JA, Kim YS. Estrogen receptor alpha as a target for indole-3-carbinol. J Nutr Biochem. 2006;17(10):659-64. PMID 16488130 — o artigo de 2006 da revista citada sobre estrogênio, em células.
  12. Corona G, Rastrelli G, Monami M, et al. Body weight loss reverts obesity-associated hypogonadotropic hypogonadism: a systematic review and meta-analysis. Eur J Endocrinol. 2013;168(6):829-43. PMID 23482592 — perder peso sobe a testosterona.
  13. Guia alimentar para a população brasileira, Ministério da Saúde, 2ª edição, 2014 — "evite alimentos ultraprocessados" e a regra de ouro.
  14. Registro NCT05368194 no ClinicalTrials.gov — o ensaio de dieta ultraprocessada, 43 participantes, testosterona como desfecho secundário.
  15. PubMedのE-utilities(esearch) — このページのすべての論文件数の基礎。
  16. API pública do ClinicalTrials.gov, versão 2 — a base de todas as contagens de estudo desta página.

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